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	<title>desejo &#8211; Marina Rotty</title>
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	<description>especialista em liberdade afetiva</description>
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	<title>desejo &#8211; Marina Rotty</title>
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		<title>Orientação Relacional &#8211; Por Que Amar Não Deveria Doer</title>
		<link>https://marinarotty.com/orientacao-relacional-por-que-amar-nao-deveria-doer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[desejo]]></category>
		<category><![CDATA[dificuldade de amar]]></category>
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					<description><![CDATA[Grande parte do sofrimento amoroso contemporâneo não nasce da falta de amor, de maturidade emocional ou de empenho. Ele surge, muitas vezes, do choque entre como a pessoa ama e o modelo de relação que ela tenta sustentar. Entender essa diferença é o ponto de partida da Abordagem de Orientação Relacional. “Por que amar parece tão difícil para algumas pessoas?” Cheguei nessa frase depois de muitos anos escutando histórias de sofrimento amoroso. Histórias diferentes. Pessoas diferentes.Mas um desconforto que se repetia. Gente tentando se adaptar a relações que exigiam posturas diferentes do que podiam oferecer. Tentando sentir de um jeito que achavam certo sentir e desejar como achavam que deveriam desejar. Algumas estavam em relações monogâmicas e se sentiam pequenas demais. Outras, em relações abertas, se sentiam expostas demais. E quase todas carregavam a mesma sensação silenciosa: “o problema sou eu.” Mas quando a pergunta muda, o caminho também muda. Em algum momento, a pergunta deixou de ser: “Por que essa pessoa sofre tanto para amar?” E passou a ser outra, muito mais honesta e potente: Como é o jeito de amar dessa pessoa? Essa virada muda tudo porque ela desloca o foco da culpa para a coerência. E se não for um &#8220;erro&#8221; pessoal mas um &#8220;erro&#8221; de estrutura relacional? O que é orientação relacional? Toda pessoa possui uma orientação relacional:um modo predominante de organizar amor, vínculo, desejo, exclusividade e segurança emocional. Ela não é um rótulo fixo, nem uma prisão.Mas é uma tendência profunda — emocional, simbólica e relacional — que influencia: O sofrimento aparece quando esse modo entra em conflito com os pactos, acordos e modelos que a pessoa tenta sustentar — para se sentir aceita, validada ou “normal”. O foco do problema não é a relação, mas a incompatibilidade na identidade relacional que permanece (ainda) invisível. Não é sobre o modelo tradicional parecer aprisionador ou os não exclusivos parecerem muito intensos. O problema surge quando alguém tenta viver um modelo que não conversa com sua orientação interna. É aí que amar vira esforço.É aí que o vínculo vira tensão.É aí que o desejo vira culpa. A Abordagem de Orientação Relacional A teoria, a linguagem e o nome vieram depois da escuta. Hoje, chamo esse trabalho de Abordagem de Orientação Relacional. Ela não ensina ninguém a amar diferente.Ela não empurra ninguém para modelos específicos.Ela não romantiza sofrimento em nome de liberdade nem de estabilidade. Ela ajuda a pessoa a entender como ama —e, a partir disso, fazer escolhas mais coerentes, éticas e sustentáveis. Sem se violentar para caber.Sem se moldar para não perder.Sem se trair para ser amada. Amar não deveria ser um teste de resistência Se você sente que amar tem sido mais esforço do que encontro, mais adaptação do que verdade, mais culpa do que expansão… É provável que não seja falta de maturidade emocional ou compromisso; nem mesmo &#8220;dificuldade de amar&#8221;. O mais provável, segundo a abordagem de orientação relacional, é que você esteja tentando amar de um jeito que não é o seu. Mini-FAQ (SEO) Orientação relacional é a mesma coisa que estilo de apego?Não. Embora possam dialogar, orientação relacional envolve não apenas vínculo, mas também desejo, exclusividade, segurança emocional e organização simbólica da relação. É possível mudar a orientação relacional?Mais do que mudar, o processo envolve compreender, integrar e fazer escolhas coerentes. Forçar mudanças costuma gerar sofrimento. Essa abordagem indica monogamia ou não-monogamia?Nenhuma. Ela parte da estrutura da pessoa — não do modelo de relacionamento. Para quem este trabalho é indicado Marina RottyAbordagem de Orientação Relacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Grande parte do sofrimento amoroso contemporâneo não nasce da falta de amor, de maturidade emocional ou de empenho. Ele surge, muitas vezes, do choque entre <em>como a pessoa ama</em> e <em>o modelo de relação que ela tenta sustentar</em>. Entender essa diferença é o ponto de partida da Abordagem de Orientação Relacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">“Por que amar parece tão difícil para algumas pessoas?”</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Cheguei nessa frase depois de muitos anos escutando histórias de sofrimento amoroso. Histórias diferentes. Pessoas diferentes.<br>Mas um desconforto que se repetia. Gente tentando se adaptar a relações que exigiam posturas diferentes do que podiam oferecer. Tentando sentir de um jeito que achavam certo sentir e desejar como achavam que deveriam desejar. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas estavam em relações monogâmicas e se sentiam pequenas demais. Outras, em relações abertas, se sentiam expostas demais. E quase todas carregavam a mesma sensação silenciosa: <strong>“o problema sou eu.”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas quando a pergunta muda, o caminho também muda. Em algum momento, a pergunta deixou de ser: <strong>“Por que essa pessoa sofre tanto para amar?”</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">E passou a ser outra, muito mais honesta e potente: <strong>Como é o jeito de amar dessa pessoa?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa virada muda tudo porque ela desloca o foco da culpa para a coerência. <strong>E se não for um &#8220;erro&#8221; pessoal mas um &#8220;erro&#8221; de estrutura relacional?</strong> </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é orientação relacional?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Toda pessoa possui uma <strong>orientação relacional</strong>:<br>um modo predominante de organizar amor, vínculo, desejo, exclusividade e segurança emocional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela não é um rótulo fixo, nem uma prisão.<br>Mas é uma tendência profunda — emocional, simbólica e relacional — que influencia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>como você se vincula</li>



<li>como lida com exclusividade ou abertura</li>



<li>como sente segurança</li>



<li>como ama, deseja e se compromete</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O sofrimento aparece quando esse modo entra em conflito com os pactos, acordos e modelos que a pessoa tenta sustentar — para se sentir aceita, validada ou “normal”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O foco do problema não é a relação, mas a incompatibilidade na identidade relacional que permanece (ainda) invisível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não é sobre o modelo tradicional parecer aprisionador ou os não exclusivos parecerem muito intensos. O problema surge quando alguém tenta viver <strong>um modelo que não conversa com sua orientação interna</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aí que amar vira esforço.<br>É aí que o vínculo vira tensão.<br>É aí que o desejo vira culpa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">A Abordagem de Orientação Relacional</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A teoria, a linguagem e o nome vieram depois da escuta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, chamo esse trabalho de <strong>Abordagem de Orientação Relacional</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela não ensina ninguém a amar diferente.<br>Ela não empurra ninguém para modelos específicos.<br>Ela não romantiza sofrimento em nome de liberdade nem de estabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela ajuda a pessoa a entender <strong>como ama</strong> —<br>e, a partir disso, fazer escolhas mais coerentes, éticas e sustentáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem se violentar para caber.<br>Sem se moldar para não perder.<br>Sem se trair para ser amada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Amar não deveria ser um teste de resistência</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você sente que amar tem sido mais esforço do que encontro, mais adaptação do que verdade, mais culpa do que expansão…</p>



<p class="wp-block-paragraph">É provável que não seja falta de maturidade emocional ou compromisso; nem mesmo &#8220;dificuldade de amar&#8221;. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O mais provável, segundo a abordagem de orientação relacional, é que você esteja tentando amar de um jeito que não é o seu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading">Mini-FAQ (SEO)</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Orientação relacional é a mesma coisa que estilo de apego?</strong><br>Não. Embora possam dialogar, orientação relacional envolve não apenas vínculo, mas também desejo, exclusividade, segurança emocional e organização simbólica da relação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É possível mudar a orientação relacional?</strong><br>Mais do que mudar, o processo envolve compreender, integrar e fazer escolhas coerentes. Forçar mudanças costuma gerar sofrimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Essa abordagem indica monogamia ou não-monogamia?</strong><br>Nenhuma. Ela parte da estrutura da pessoa — não do modelo de relacionamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para quem este trabalho é indicado</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>pessoas que sofrem repetidamente em relações amorosas;</li>



<li>casais em conflito estrutural, mesmo com diálogo e afeto;</li>



<li>pessoas que se sentem inadequadas em modelos tradicionais;</li>



<li>quem deseja clareza antes de escolher ou renegociar um tipo de relação.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marina Rotty</strong><br><em>Abordagem de Orientação Relacional</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Funciona o Desejo Feminino</title>
		<link>https://marinarotty.com/como-funciona-o-desejo-feminino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 15:06:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[desejo]]></category>
		<category><![CDATA[libido]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos maiores mistérios da humanidade é saber como funciona o desejo sexual feminino. Pesquisadores no mundo todo tentam entender esse mecanismo e diversos modelos já foram propostos. Um dos aspectos mais duradouros e importantes do trabalho de Masters e Jonhson começado em 1957, foi o modelo de quatro estágios da resposta sexual, que eles descreveram como o ciclo de resposta sexual humana: Fase do desejo A idéia do ato sexual se faz presente nos pensamentos e na mente da mulher. Estímulos que antes poderiam ser indiferentes ou mesmo dolorosos, se tornam interessantes, prazerosos e a faz avançar para as próximas fases. A fisiologia nesta fase ainda é pouco compreendida.‏ Fase de excitação Ocorre aqui a resposta fisiológica do corpo aos estímulos: tensão muscular, vaso-congestão da genitália, lubrificação vaginal, ligeiro aumento do&#160;clitóris, elevação do&#160;útero.‏ Fase orgásmica Contrações reflexas ritmadas da musculatura vaginal e perineal (8 décimos de segundo, 3 a 12 contrações).‏ Fase de resolução Relaxamento e regressão das alterações. O clitóris geralmente retorna a sua posição normal em cerca de 10 segundos. Podem passar de 10 a 15 minutos até que a vagina retorne a seu estado prévio (não-estimulado) e para que o útero atinja sua posição basal. Os pequenos lábios perdem sua coloração arroxeada logo após o orgasmo. Helen Kaplan revisa o modelo de Masters e Jonhson e propõe um modelo trifásico, linear, sem a fase de resolução. Rosemary Basson no começo do século XXI, propôs um modelo de resposta sexual circular, em que estímulos emocionais e de relacionamento desempenham um papel fundamental, enquanto o desejo sexual vindo da própria mulher, desempenha um papel muito menor. Estes são os três modelos de resposta sexual feminina mais aceitos atualmente, entretanto, eles mostram o caminho que o desejo sexual feminino percorre depois que ele nasce, e não como ele nasce. Há pesquisas na área indicando que o desejo feminino passaria pela sensação de ser desejada. Marta Meana afirma que o desejo das mulheres é dominado pelos anseios de ser objeto de admiração e necessidade sexual, complementando ainda, que as fantasias sexuais femininas centram-se mais em receber prazer do que proporcionar. Para alguns pesquisadores, o desejo sexual feminino funciona em dois sistemas separados mas sobrepostos: um objetivo &#8211; que incluindo toda a parte fisiológica, e um subjetivo &#8211; sentimentos, pensamentos e toda o mecanismo complexo da mente humana. Isso quer dizer que nem toda lubrificação vaginal significa &#8220;quero sexo&#8221;, bem como nem todo &#8220;eu te amo&#8221; está em busca de interação sexual. &#8220;Os esforços dos neurocientistas para encontrar a resposta que irá beneficiar avida sexual de todas as mulheres demonstram claramente que a solução paravivenciar a sexualidade de forma plena, na maioria das vezes, está muito maispróxima da educação sexual e da terapia focada nos aspectos cognitivos que levam amulher a negar a sua sexualidade, seja ela de forma consciente ou inconsciente.&#8221; Aretha Souza. Como sociedade, ainda não sabemos exatamente como funciona o desejo sexual feminino, de forma geral. Mas que isso não seja impedimento para nenhuma mulher descobrir o que é que desperta desejo nela. E, mais importante do que saber como nasce o desejo, que nenhuma mulher se sinta obrigada a se encaixar num padrão de resposta sexual.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um dos maiores mistérios da humanidade é saber como funciona o desejo sexual feminino. Pesquisadores no mundo todo tentam entender esse mecanismo e diversos modelos já foram propostos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos aspectos mais duradouros e importantes do trabalho de Masters e Jonhson começado em 1957, foi o modelo de quatro estágios da resposta sexual, que eles descreveram como o <strong>ciclo de resposta sexual humana: </strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">Fase do desejo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A idéia do ato sexual se faz presente nos pensamentos e na mente da mulher. Estímulos que antes poderiam ser indiferentes ou mesmo dolorosos, se tornam interessantes, prazerosos e a faz avançar para as próximas fases. A fisiologia nesta fase ainda é pouco compreendida.‏</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fase de excitação </h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ocorre aqui a resposta fisiológica do corpo aos estímulos: tensão muscular, vaso-congestão da genitália, lubrificação vaginal, ligeiro aumento do&nbsp;clitóris, elevação do&nbsp;útero.‏</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fase orgásmica</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Contrações reflexas ritmadas da musculatura vaginal e perineal (8 décimos de segundo, 3 a 12 contrações).‏</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fase de resolução</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Relaxamento e regressão das alterações. O clitóris geralmente retorna a sua posição normal em cerca de 10 segundos. Podem passar de 10 a 15 minutos até que a vagina retorne a seu estado prévio (não-estimulado) e para que o útero atinja sua posição basal. Os pequenos lábios perdem sua coloração arroxeada logo após o orgasmo.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="867" height="246" sizes="(max-width: 867px) 100vw, 867px" data-id="430" src="https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/12/ciclo.png" alt="" class="wp-image-430" srcset="https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/12/ciclo.png 867w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/12/ciclo-300x85.png 300w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/12/ciclo-768x218.png 768w" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Helen Kaplan revisa o modelo de Masters e Jonhson e propõe um modelo trifásico, linear, sem a fase de resolução.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="841" height="178" sizes="(max-width: 841px) 100vw, 841px" src="https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/12/ciclo1.png" alt="" class="wp-image-429" srcset="https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/12/ciclo1.png 841w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/12/ciclo1-300x63.png 300w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/12/ciclo1-768x163.png 768w" /><figcaption class="wp-element-caption">Modelo Trifásico de Kaplan</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Rosemary Basson no começo do século XXI, propôs um modelo de resposta sexual circular, em que estímulos emocionais e de relacionamento desempenham um papel fundamental, enquanto o desejo sexual vindo da própria mulher, desempenha um papel muito menor.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="693" height="415" sizes="(max-width: 693px) 100vw, 693px" data-id="432" src="https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/12/ciclo2-edited.png" alt="" class="wp-image-432" srcset="https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/12/ciclo2-edited.png 693w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/12/ciclo2-edited-300x180.png 300w" /></figure>
</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Estes são os três modelos de resposta sexual feminina mais aceitos atualmente, entretanto, eles mostram o caminho que o desejo sexual feminino percorre depois que ele nasce, e não como ele nasce. Há pesquisas na área indicando que o desejo feminino passaria pela sensação de ser desejada. Marta Meana afirma que o desejo das mulheres é dominado pelos anseios de ser objeto de admiração e necessidade sexual, complementando ainda, que as fantasias sexuais femininas centram-se mais em receber prazer do que proporcionar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para alguns pesquisadores, o desejo sexual feminino funciona em dois sistemas separados mas sobrepostos: um objetivo &#8211; que incluindo toda a parte fisiológica, e um subjetivo &#8211; sentimentos, pensamentos e toda o mecanismo complexo da mente humana. Isso quer dizer que nem toda lubrificação vaginal significa &#8220;quero sexo&#8221;, bem como nem todo &#8220;eu te amo&#8221; está em busca de interação sexual.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os esforços dos neurocientistas para encontrar a resposta que irá beneficiar a<br>vida sexual de todas as mulheres demonstram claramente que a solução para<br>vivenciar a sexualidade de forma plena, na maioria das vezes, está muito mais<br>próxima da educação sexual e da terapia focada nos aspectos cognitivos que levam a<br>mulher a negar a sua sexualidade, seja ela de forma consciente ou inconsciente.&#8221; Aretha Souza.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Como sociedade, ainda não sabemos exatamente como funciona o desejo sexual feminino, de forma geral. Mas que isso não seja impedimento para nenhuma mulher descobrir o que é que desperta desejo nela. E, mais importante do que saber como nasce o desejo, que nenhuma mulher se sinta obrigada a se encaixar num padrão de resposta sexual.</p>
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