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	<title>atualização &#8211; Marina Rotty</title>
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	<description>especialista em liberdade afetiva</description>
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	<title>atualização &#8211; Marina Rotty</title>
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		<title>Por que a clínica precisa se atualizar para acolher diferentes modelos relacionais?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 18:31:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos últimos anos, os consultórios têm recebido cada vez mais pessoas que vivem — ou desejam viver — modelos de relacionamento diferentes da monogamia tradicional. Relações abertas, poliamor, swing, entre outras formas, já não são exceção. Elas são parte do cenário atual das relações humanas. Mas será que a clínica está preparada para esse movimento? O risco de olhar com lentes antigas Muitos profissionais ainda interpretam a não monogamia a partir de categorias ultrapassadas: como “traição”, “instabilidade” ou até “imaturidade”. Esse olhar não só distancia a clínica da realidade dos pacientes, como também reforça estigmas e produz sofrimento. A escuta clínica, quando feita a partir de lentes desatualizadas, deixa de ser um espaço de acolhimento e se torna mais uma experiência de julgamento. O conceito de orientação relacional Assim como falamos em orientação sexual ou identidade de gênero, a orientação relacional é uma chave clínica que ajuda a compreender como cada pessoa se posiciona frente aos vínculos afetivos e sexuais. Não se trata de uma “moda” ou de uma “fase”: trata-se de uma dimensão fundamental da identidade relacional de cada indivíduo. Reconhecer isso na clínica é reconhecer a singularidade de cada paciente. Atualizar-se é responsabilidade ética Quando um profissional entende que os modelos relacionais não se resumem à monogamia, ele amplia sua capacidade de escuta, cria estratégias mais precisas e respeitosas, e contribui para que o paciente se sinta de fato acolhido. Ignorar essas mudanças é correr o risco de oferecer um atendimento defasado — que não dialoga com a complexidade da vida contemporânea. Um convite à atualização É por isso que desenvolvi a Atualização Profissional: Estratégias Clínicas para Profissionais da Saúde.Um espaço pensado para compartilhar ferramentas, conceitos e práticas que ajudam a compreender a orientação relacional e a lidar com as diferentes formas de vínculo presentes nos consultórios. 📅 O lançamento será no dia 29 de setembro.🔗 Quer ser avisado em primeira mão? Preencha o formulário de interesse]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, os consultórios têm recebido cada vez mais pessoas que vivem — ou desejam viver — modelos de relacionamento diferentes da monogamia tradicional. Relações abertas, poliamor, swing, entre outras formas, já não são exceção. Elas são parte do cenário atual das relações humanas. Mas será que a clínica está preparada para esse movimento?</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">O risco de olhar com lentes antigas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos profissionais ainda interpretam a não monogamia a partir de categorias ultrapassadas: como “traição”, “instabilidade” ou até “imaturidade”. Esse olhar não só distancia a clínica da realidade dos pacientes, como também reforça estigmas e produz sofrimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escuta clínica, quando feita a partir de lentes desatualizadas, deixa de ser um espaço de acolhimento e se torna mais uma experiência de julgamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">O conceito de orientação relacional</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como falamos em orientação sexual ou identidade de gênero, a <strong>orientação relacional</strong> é uma chave clínica que ajuda a compreender como cada pessoa se posiciona frente aos vínculos afetivos e sexuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se trata de uma “moda” ou de uma “fase”: trata-se de uma dimensão fundamental da identidade relacional de cada indivíduo. Reconhecer isso na clínica é reconhecer a singularidade de cada paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Atualizar-se é responsabilidade ética</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um profissional entende que os modelos relacionais não se resumem à monogamia, ele amplia sua capacidade de escuta, cria estratégias mais precisas e respeitosas, e contribui para que o paciente se sinta de fato acolhido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ignorar essas mudanças é correr o risco de oferecer um atendimento defasado — que não dialoga com a complexidade da vida contemporânea.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Um convite à atualização</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que desenvolvi a <a href="https://marinarotty.com/atualizacao-profissional-em-nao-monogamia/" data-type="page" data-id="1323" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Atualização Profissional: Estratégias Clínicas para Profissionais da Saúde</strong>.</a><br>Um espaço pensado para compartilhar ferramentas, conceitos e práticas que ajudam a compreender a orientação relacional e a lidar com as diferentes formas de vínculo presentes nos consultórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O lançamento será no dia <strong>29 de setembro</strong>.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Quer ser avisado em primeira mão? Preencha o <a href="https://forms.gle/JXPWTNePeFA52RJW7" target="_blank" rel="noreferrer noopener">formulário de interesse</a></p>



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