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	<title>Uncategorized &#8211; Marina Rotty</title>
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	<description>especialista em liberdade afetiva</description>
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	<title>Uncategorized &#8211; Marina Rotty</title>
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		<title>O Fenômeno do &#8220;Sou Terapeuta de Swingers&#8221;: Por que o Universo Liberal na Psicologia Ainda Choca (e Conecta)?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:19:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Se você costuma navegar pelas redes sociais, especialmente no Instagram, provavelmente já esbarrou em um vídeo que começa com um gancho poderoso: &#8220;Sou terapeuta de casais liberais&#8230;&#8220; ou &#8220;Como psicóloga que atende o público swinger&#8230;&#8221;. Quase que instantaneamente, o número de visualizações dispara, os comentários se multiplicam e o conteúdo viraliza. Para quem olha de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">Se você costuma navegar pelas redes sociais, especialmente no Instagram, provavelmente já esbarrou em um vídeo que começa com um gancho poderoso: <em>&#8220;<a href="https://www.instagram.com/reel/DYpUuUTuDzZ/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=MzRlODBiNWFlZA==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sou terapeuta de casais liberais&#8230;</a>&#8220;</em> ou <em>&#8220;Como psicóloga que atende o público swinger&#8230;&#8221;</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">Quase que instantaneamente, o número de visualizações dispara, os comentários se multiplicam e o conteúdo viraliza.</p>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">Para quem olha de fora, pode parecer apenas mais uma fórmula de engajamento do algoritmo. Mas, do ponto de vista psicológico e cultural, esse fenômeno esconde um paradoxo fascinante. Por que a figura de um profissional de saúde mental validando e orientando casais do meio liberal causa tanto impacto? Por que para a maioria das pessoas isso ainda flerta com o &#8220;meme&#8221; ou soa contraditório, quando na verdade deveria ser encarado como saúde pública e bem-estar relacional?</p>



<h2 class="wp-block-heading" data-block-type="core">1. O Efeito do Choque: A Quebra de uma Dupla Expectativa</h2>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">A viralização desses conteúdos acontece, primordialmente, pela quebra de duas expectativas sociais muito enraizadas:</p>



<ul class="wp-block-list" data-block-type="core">
<li data-block-type="core"><strong>A expectativa sobre a Terapia:</strong> Historicamente, a psicologia e a terapia de casal foram vistas pelo senso comum como ferramentas de &#8220;reparação&#8221; para salvar casamentos tradicionais e monogâmicos baseados no modelo padrão.</li>



<li data-block-type="core"><strong>A expectativa sobre o Swing:</strong> No imaginário popular, o universo liberal ainda é marginalizado, hipersexualizado ou reduzido à promiscuidade inconsequente.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">Quando esses dois mundos se cruzam na frase <em>&#8220;Sou terapeuta de casais liberais&#8221;</em>, ocorre um curto-circuito cognitivo no espectador. O cérebro de quem assiste tenta conciliar a figura de autoridade, ciência e acolhimento (o terapeuta) com um universo que ele foi ensinado a julgar (o swing). É essa quebra de padrão que prende a atenção nos primeiros três segundos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" data-block-type="core">2. Parece Contraditório que o Swing seja Levado a Sério?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">Para o público leigo, sim. E a razão disso é a confusão entre <strong>comportamento sexual</strong> e <strong>estrutura relacional</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">O senso comum acredita que o swing é apenas sobre sexo com outras pessoas. No entanto, quem estuda ou vivencia esse meio sabe que a engrenagem que move o universo liberal não é o ato sexual em si, mas sim a <strong>gestão de acordos, a comunicação e a inteligência emocional do casal</strong>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow" data-block-type="core">
<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">Quando um terapeuta assume essa subespecialidade, ele está dizendo o seguinte: <em>&#8220;Sim, essas relações são complexas, legítimas e exigem tanto (ou mais) cuidado psicológico quanto qualquer casamento tradicional.&#8221;</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">Levar o swing a sério no ambiente clínico não é defender a prática como um estilo de vida obrigatório, mas reconhecer que as <strong>Relações Contemporâneas</strong> demandam novas ferramentas de acolhimento. Casais liberais sofrem com ciúmes, crises de identidade, ressacas emocionais e desalinhamento de expectativas. Ignorar isso na psicologia seria o equivalente a um médico se recusar a tratar um atleta por achar o esporte dele &#8220;radical demais&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading" data-block-type="core">3. Por que esse preconceito ainda choca ou parece &#8220;meme&#8221;?</h2>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">Ainda vivemos em uma sociedade profundamente marcada pela herança da monogamia compulsória. Tudo o que foge desse trilho é empurrado para a gaveta do &#8220;bizarro&#8221;, do &#8220;pecado&#8221; ou da piada. É por isso que, para muitos, ver um profissional sério falando sobre a dinâmica de uma noite em um clube de swing soa como esquete de comédia. A ironia e o deboche são as defesas clássicas da sociedade contra aquilo que ela não consegue compreender ou controlar.</p>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">Por outro lado, o preconceito choca porque revela a nossa própria hipocrisia social. Vivemos em uma era de hiperposição sexual na internet, mas quando um casal decide, de forma consensual, madura e estruturada, vivenciar a sua sexualidade fora dos moldes tradicionais, o julgamento moral volta com força total.</p>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">O &#8220;meme&#8221; perde a graça quando percebemos o sofrimento real de casais que vivem na invisibilidade por medo de perder o emprego, de serem julgados pela família ou de serem patologizados por terapeutas desatualizados.</p>



<h2 class="wp-block-heading" data-block-type="core">O Futuro das Relações Contemporâneas</h2>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">O sucesso avassalador desses Reels e vídeos curtos não é apenas curiosidade mórbida; é também um sintoma de uma <strong>demanda reprimida por validação</strong>. Milhares de casais que já estão ou desejam entrar no meio liberal assistem a esses conteúdos em busca de um farol. Eles querem saber que não estão loucos, que seus desejos são válidos e que existe um espaço seguro — livre de julgamentos morais — para tratar de suas dores.</p>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">A popularidade desse nicho nas redes sociais veio para provar que o amor, o desejo e as parcerias no século XXI mudaram. E a terapia, longe de ser uma guardiã da moralidade antiga, precisa ser a ponte que ajuda as pessoas a viverem suas escolhas com o máximo de responsabilidade afetiva, saúde mental e, acima de tudo, verdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core"><em>E você, o que sente quando vê um profissional de saúde mental abordando abertamente o universo liberal? Acha que o mercado está finalmente amadurecendo ou o tabu ainda fala mais alto? Deixe seus pensamentos nos comentários.</em></p>
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		<title>Pesquisa sobre Comportamento Swinger na Íntimi Expo 2026</title>
		<link>https://marinarotty.com/pesquisa-sobre-comportamento-swinger-na-intimi-expo-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 19:11:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[A compreensão das dinâmicas relacionais contemporâneas exige um olhar que ultrapasse o senso comum e se debruce sobre dados concretos. É com esse compromisso que participo da 12ª edição da Íntimi Expo, no Distrito Anhembi, levando os resultados da minha mais recente investigação independente sobre o universo swinger. Desconstruindo Estereótipos: A Pesquisa em Foco No [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">A compreensão das dinâmicas relacionais contemporâneas exige um olhar que ultrapasse o senso comum e se debruce sobre dados concretos. É com esse compromisso que participo da 12ª edição da <strong>Íntimi Expo</strong>, no Distrito Anhembi, levando os resultados da minha mais recente investigação independente sobre o universo swinger.</p>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core"></p>



<h3 class="wp-block-heading" data-block-type="core"><strong>Desconstruindo Estereótipos: A Pesquisa em Foco</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">No sábado, às 17h, ocupo a <strong>Área do Conhecimento</strong> — a convite de Thais Plaza — para apresentar a palestra <strong>&#8220;Jornada do Desejo: Além dos Mitos do Universo Swinger&#8221;</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">Neste espaço, o foco não está na prática em si, mas na análise estruturada do comportamento. Minha pesquisa busca mapear como o desejo se manifesta e como os acordos são estabelecidos dentro dessa modalidade de <strong>NMC (Não Monogamia Consensual)</strong>. Discutiremos o que os dados revelam sobre motivação, segurança emocional e a quebra de paradigmas que ainda cercam essa dinâmica no imaginário social.</p>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core"></p>



<h3 class="wp-block-heading" data-block-type="core"><strong>O Debate sobre Monogamia e Não Monogamia na Atualidade</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">A programação se estende para uma análise mais ampla das estruturas relacionais. Logo após a palestra, participo de uma roda de conversa fundamental ao lado de <strong>Thais Plaza</strong> e <strong>Lu Cabral</strong>, com o apoio do <strong>Gleeden</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">O objetivo é debater as fronteiras, os tensionamentos e as convergências entre a <strong>monogamia e a não monogamia</strong> no cenário atual. Como pesquisadora e psicóloga, vejo esses espaços como essenciais para pautar o mercado e a sociedade sobre a pluralidade das orientações relacionais, fundamentando o debate em evidências e na ética do cuidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core"></p>



<h3 class="wp-block-heading" data-block-type="core"><strong>Participação e Conhecimento</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core">A <strong><a href="https://intimiexpo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Íntimi Expo</a></strong> se consolidou como o principal ponto de encontro para profissionais que atuam na intersecção entre bem-estar, saúde e comportamento. Estar presente na Área do Conhecimento reforça a importância de tratarmos a sexualidade e os modelos relacionais com o rigor que a psicologia e a pesquisa científica exigem.</p>



<p class="has-heading-color has-primary-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-a5f02d63fbefd7cf36915b8a7c192ca4 wp-block-paragraph" data-block-type="core">As palestras na <strong>Área do Conhecimento</strong> são gratuitas para os visitantes da feira, promovendo o acesso democrático ao saber técnico.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity is-style-wide"/ data-block-type="core">



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core"><strong>Local:</strong> Distrito Anhembi, São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core"><strong>Data:</strong> Sábado, 21 de março.</p>



<p class="wp-block-paragraph" data-block-type="core"><strong>Horário:</strong> Palestra às 17h, seguida da Roda de Conversa.</p>
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