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	<title>Saúde &#8211; Marina Rotty</title>
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	<description>especialista em liberdade afetiva</description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 Sep 2025 18:32:06 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Saúde &#8211; Marina Rotty</title>
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		<title>Por que a clínica precisa se atualizar para acolher diferentes modelos relacionais?</title>
		<link>https://marinarotty.com/por-que-a-clinica-precisa-se-atualizar-para-acolher-diferentes-modelos-relacionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 18:31:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[atendimento]]></category>
		<category><![CDATA[atualização]]></category>
		<category><![CDATA[clinica]]></category>
		<category><![CDATA[profissional]]></category>
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		<category><![CDATA[terapeuta]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos últimos anos, os consultórios têm recebido cada vez mais pessoas que vivem — ou desejam viver — modelos de relacionamento diferentes da monogamia tradicional. Relações abertas, poliamor, swing, entre outras formas, já não são exceção. Elas são parte do cenário atual das relações humanas. Mas será que a clínica está preparada para esse movimento? O risco de olhar com lentes antigas Muitos profissionais ainda interpretam a não monogamia a partir de categorias ultrapassadas: como “traição”, “instabilidade” ou até “imaturidade”. Esse olhar não só distancia a clínica da realidade dos pacientes, como também reforça estigmas e produz sofrimento. A escuta clínica, quando feita a partir de lentes desatualizadas, deixa de ser um espaço de acolhimento e se torna mais uma experiência de julgamento. O conceito de orientação relacional Assim como falamos em orientação sexual ou identidade de gênero, a orientação relacional é uma chave clínica que ajuda a compreender como cada pessoa se posiciona frente aos vínculos afetivos e sexuais. Não se trata de uma “moda” ou de uma “fase”: trata-se de uma dimensão fundamental da identidade relacional de cada indivíduo. Reconhecer isso na clínica é reconhecer a singularidade de cada paciente. Atualizar-se é responsabilidade ética Quando um profissional entende que os modelos relacionais não se resumem à monogamia, ele amplia sua capacidade de escuta, cria estratégias mais precisas e respeitosas, e contribui para que o paciente se sinta de fato acolhido. Ignorar essas mudanças é correr o risco de oferecer um atendimento defasado — que não dialoga com a complexidade da vida contemporânea. Um convite à atualização É por isso que desenvolvi a Atualização Profissional: Estratégias Clínicas para Profissionais da Saúde.Um espaço pensado para compartilhar ferramentas, conceitos e práticas que ajudam a compreender a orientação relacional e a lidar com as diferentes formas de vínculo presentes nos consultórios. 📅 O lançamento será no dia 29 de setembro.🔗 Quer ser avisado em primeira mão? Preencha o formulário de interesse]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, os consultórios têm recebido cada vez mais pessoas que vivem — ou desejam viver — modelos de relacionamento diferentes da monogamia tradicional. Relações abertas, poliamor, swing, entre outras formas, já não são exceção. Elas são parte do cenário atual das relações humanas. Mas será que a clínica está preparada para esse movimento?</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">O risco de olhar com lentes antigas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos profissionais ainda interpretam a não monogamia a partir de categorias ultrapassadas: como “traição”, “instabilidade” ou até “imaturidade”. Esse olhar não só distancia a clínica da realidade dos pacientes, como também reforça estigmas e produz sofrimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escuta clínica, quando feita a partir de lentes desatualizadas, deixa de ser um espaço de acolhimento e se torna mais uma experiência de julgamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">O conceito de orientação relacional</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Assim como falamos em orientação sexual ou identidade de gênero, a <strong>orientação relacional</strong> é uma chave clínica que ajuda a compreender como cada pessoa se posiciona frente aos vínculos afetivos e sexuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se trata de uma “moda” ou de uma “fase”: trata-se de uma dimensão fundamental da identidade relacional de cada indivíduo. Reconhecer isso na clínica é reconhecer a singularidade de cada paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Atualizar-se é responsabilidade ética</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um profissional entende que os modelos relacionais não se resumem à monogamia, ele amplia sua capacidade de escuta, cria estratégias mais precisas e respeitosas, e contribui para que o paciente se sinta de fato acolhido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ignorar essas mudanças é correr o risco de oferecer um atendimento defasado — que não dialoga com a complexidade da vida contemporânea.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Um convite à atualização</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que desenvolvi a <a href="https://marinarotty.com/atualizacao-profissional-em-nao-monogamia/" data-type="page" data-id="1323" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Atualização Profissional: Estratégias Clínicas para Profissionais da Saúde</strong>.</a><br>Um espaço pensado para compartilhar ferramentas, conceitos e práticas que ajudam a compreender a orientação relacional e a lidar com as diferentes formas de vínculo presentes nos consultórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> O lançamento será no dia <strong>29 de setembro</strong>.<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Quer ser avisado em primeira mão? Preencha o <a href="https://forms.gle/JXPWTNePeFA52RJW7" target="_blank" rel="noreferrer noopener">formulário de interesse</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pompoarismo</title>
		<link>https://marinarotty.com/pompoarismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 13:31:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[pompoarismo]]></category>
		<category><![CDATA[sexologa]]></category>
		<category><![CDATA[sexologia]]></category>
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					<description><![CDATA[É um exercício que consiste na contração dos músculos do períneo e da vagina, trazendo diversos benefícios para a saúde. Apesar de ser mais popular entre pessoas com vaginas, esta técnica beneficia todos os indivíduos que buscam conhecer melhor o próprio corpo e ter mais prazer nas relações sexuais. É importante lembrar que o corpo humano necessita se exercitar para manter-se em bom funcionamento. Muito se fala em trabalhar os músculos da perna, dos braços, do abdômen&#8230; mas os músculos pélvicos caem no esquecimento devido ao enorme tabu envolvendo a sexualidade. Benefícios Alívio das cólicas menstruais Aumento da libido Aumenta a autoconfiança Diminui ansiedade por desempenho sexual Colabora na regulação da menstruação Previne infecções na região íntima Diminui a incontinência urinária Melhora sintomas da menopausa Fortalece os músculos do assoalho pélvico Proporciona maior prazer no momento do sexo Facilita atingir orgasmo Como Fazer: Você pode utilizar acessórios para realizar o pompoarismo para se concentrar melhor e sentir a musculatura com mais firmeza. Mas atenção às contraindicações: DIU &#8211; se foi colocado recentemente ou está fora do lugar pode provocar dores. Menstruação &#8211; durante esse período o uso de acessórios no pompoarismo e contraindicado. Além disso, é importante verificar com um médico se seu corpo está apto para esta prática. Em caso de começo de gestação, endometriose ou inflamações o pompoarismo não é indicado, com ou sem acessórios. Acessórios indicados Bolinhas tailandesas Introduzir uma a uma na vagina apenas com a contração dos músculos e depois, da mesma forma, expulsá-las. Vibradores Mesmo exercício das bolinhas, introduzir e expulsar utilizando as contrações dos músculos. Para o pompoarismo, escolha um vibrador de base larga para evitar que ele entre demais e machuque o colo do útero. Cones vaginais O exercício com cones vaginais consiste em introduzi-los no canal vaginal e conseguir segurá-los por um tempo determinado. Serve para fortalecer a musculatura da região. Cada cone tem um peso diferente, portanto, se o cone escorregar, está leve demais. Se cair, pesado demais. Se ficar e exigir o seu controle, é o peso correto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">É um exercício que consiste na contração dos músculos do períneo e da vagina, trazendo diversos benefícios para a saúde. Apesar de ser mais popular entre pessoas com vaginas, esta técnica beneficia todos os indivíduos que buscam conhecer melhor o próprio corpo e ter mais prazer nas relações sexuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante lembrar que o corpo humano necessita se exercitar para manter-se em bom funcionamento. Muito se fala em trabalhar os músculos da perna, dos braços, do abdômen&#8230; mas os músculos pélvicos caem no esquecimento devido ao enorme tabu envolvendo a sexualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Benefícios</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Alívio das cólicas menstruais</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aumento da libido</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aumenta a autoconfiança</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diminui ansiedade por desempenho sexual</p>



<p class="wp-block-paragraph">Colabora na regulação da menstruação</p>



<p class="wp-block-paragraph">Previne infecções na região íntima</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diminui a incontinência urinária</p>



<p class="wp-block-paragraph">Melhora sintomas da menopausa</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fortalece os músculos do assoalho pélvico</p>



<p class="wp-block-paragraph">Proporciona maior prazer no momento do sexo</p>



<p class="wp-block-paragraph">Facilita atingir orgasmo</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como Fazer:</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sente-se ou deite em um lugar confortável e calmo;</li>



<li>Contraia a musculatura do <strong>assoalho pélvico</strong> durante alguns segundos, você vai sentir o ânus e a vagina contraindo, é normal na primeira vez;</li>



<li>Depois, relaxe e solte a musculatura e descanse por alguns segundos;</li>



<li>Repita o procedimento 10 vezes seguidas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Você pode utilizar acessórios para realizar o pompoarismo para se concentrar melhor e sentir a musculatura com mais firmeza. Mas atenção às contraindicações:</p>



<p class="wp-block-paragraph">DIU &#8211; se foi colocado recentemente ou está fora do lugar pode provocar dores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Menstruação &#8211; durante esse período o uso de acessórios no pompoarismo e contraindicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, é importante verificar com um médico se seu corpo está apto para esta prática. Em caso de começo de gestação, endometriose ou inflamações o pompoarismo não é indicado, com ou sem acessórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Acessórios indicados</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading">Bolinhas tailandesas </h3>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" src="https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/bolinhas-pompoarismo.jpg" alt="" class="wp-image-453" width="500" height="500" srcset="https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/bolinhas-pompoarismo.jpg 1000w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/bolinhas-pompoarismo-300x300.jpg 300w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/bolinhas-pompoarismo-150x150.jpg 150w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/bolinhas-pompoarismo-768x768.jpg 768w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/bolinhas-pompoarismo-75x75.jpg 75w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/bolinhas-pompoarismo-600x600.jpg 600w" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Introduzir uma a uma na vagina apenas com a contração dos músculos e depois, da mesma forma, expulsá-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading">Vibradores</h3>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" src="https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/1975_-_vibrador_para_pompoarismo_e_aplicativo_-_3_rosa_287801.jpg" alt="" class="wp-image-454" width="500" height="500" srcset="https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/1975_-_vibrador_para_pompoarismo_e_aplicativo_-_3_rosa_287801.jpg 1000w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/1975_-_vibrador_para_pompoarismo_e_aplicativo_-_3_rosa_287801-300x300.jpg 300w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/1975_-_vibrador_para_pompoarismo_e_aplicativo_-_3_rosa_287801-150x150.jpg 150w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/1975_-_vibrador_para_pompoarismo_e_aplicativo_-_3_rosa_287801-768x768.jpg 768w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/1975_-_vibrador_para_pompoarismo_e_aplicativo_-_3_rosa_287801-75x75.jpg 75w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/1975_-_vibrador_para_pompoarismo_e_aplicativo_-_3_rosa_287801-600x600.jpg 600w" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo exercício das bolinhas, introduzir e expulsar utilizando as contrações dos músculos. Para o pompoarismo, escolha um vibrador de base larga para evitar que ele entre demais e machuque o colo do útero.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading">Cones vaginais</h3>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" sizes="(max-width: 968px) 100vw, 968px" src="https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/kit-para-exercicio-vaginal-cone-pompoarismo-pompar-metal-D_NQ_NP_845952-MLB26641122899_012018-F.jpg" alt="" class="wp-image-455" width="484" height="273" srcset="https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/kit-para-exercicio-vaginal-cone-pompoarismo-pompar-metal-D_NQ_NP_845952-MLB26641122899_012018-F.jpg 968w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/kit-para-exercicio-vaginal-cone-pompoarismo-pompar-metal-D_NQ_NP_845952-MLB26641122899_012018-F-300x169.jpg 300w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2023/01/kit-para-exercicio-vaginal-cone-pompoarismo-pompar-metal-D_NQ_NP_845952-MLB26641122899_012018-F-768x432.jpg 768w" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O exercício com cones vaginais consiste em introduzi-los no canal vaginal e conseguir segurá-los por um tempo determinado. Serve para fortalecer a musculatura da região. Cada cone tem um peso diferente, portanto, se o cone escorregar, está leve demais. Se cair, pesado demais. Se ficar e exigir o seu controle, é o peso correto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sexomnia</title>
		<link>https://marinarotty.com/sexomnia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 16:39:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[distúrbio]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[A maioria das pessoas não sabe que se trata de um distúrbio do sono que faz com que a pessoa pratique atividade sexual enquanto dorme. Há relatos de indivíduos que fazem movimentos como se estivessem no ato, se masturbem ou mesmo interajam enquanto dormem, transformando pessoas próximas em possíveis vítimas. Também chamada de Sonambulismo Sexual, esse distúrbio pode desencadear problemas sociais e no próprio relacionamento, dependendo de como é percebido por quem é afetado por ele, seja o sonâmbulo ou quem convive com ele. Na maioria dos casos é encarado com surpresa, leveza e bom humor, já que claramente quem sofre o distúrbio não tem consciência dos seus atos. Mas há casos em que os afetados podem se sentir invadidos, agredidos e entrar em grande sofrimento. Nesses casos é aconselhável buscar um médico especialista em sono para diagnóstico e tratamento dos gatilhos que geram os episódios de Sexomnia, podendo eles ser de origem médica ou psicológica.]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A maioria das pessoas não sabe que se trata de um distúrbio do sono que faz com que a pessoa pratique atividade sexual enquanto dorme. Há relatos de indivíduos que fazem movimentos como se estivessem no ato, se masturbem ou mesmo interajam enquanto dormem, transformando pessoas próximas em possíveis vítimas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também chamada de Sonambulismo Sexual, esse distúrbio pode desencadear problemas sociais e no próprio relacionamento, dependendo de como é percebido por quem é afetado por ele, seja o sonâmbulo ou quem convive com ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na maioria dos casos é encarado com surpresa, leveza e bom humor, já que claramente quem sofre o distúrbio não tem consciência dos seus atos. Mas há casos em que os afetados podem se sentir invadidos, agredidos e entrar em grande sofrimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos é aconselhável buscar um médico especialista em sono para diagnóstico e tratamento dos gatilhos que geram os episódios de Sexomnia, podendo eles ser de origem médica ou psicológica.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Depressão Pós Sexo (DPC)</title>
		<link>https://marinarotty.com/depressao-pos-sexo-dpc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 08:28:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[DPC]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Se você nunca ouviu falar em depressão pós-sexo, fique tranquilo; a maioria das pessoas não tem ideia do que é e provavelmente cairia na gargalhada ao ouvir sobre o assunto. Como é possível ficar triste depois do sexo? Isso acontece porque, assim como diversas outras coisas, essa “condição” humana foi descoberta recentemente (a referência mais antiga sobre o assunto na internet data 2009). Em 2011 a Austrália promoveu um estudo somente com mulheres e resultou que quase metade das participantes (46%) afirmaram ter experimentado algum sentimento de tristeza após o orgasmo. Já o psiquiatra Richard Friedman conta ter atendido um rapaz que apresentava os mesmos sintomas que podem incluir: choro, ansiedade, agitação, melancolia, sensação de vazio ou agressividade. Mesmo após o sexo satisfatório é possível que a pessoa se sinta deprimida e este sentimento pode aparecer logo após o ato – e continuar por dias. O que é DPC Ao que parece, a depressão pós-sexo (ou disforia pós-coito – DPC) não tem nada a ver com a qualidade ruim da relação sexual (o que já seria um bom motivo pra chorar, né? kkkkk). &#160;Gert Holstege, da Holanda, mapeou o cérebro de homens e mulheres fazendo uma tomografia durante o orgasmo. Descobriu que existe uma diminuição significativa da atividade nas amídalas cerebelosas, a região do cérebro envolvida no processamento de estímulos atemorizantes. Isso quer dizer que além de prazer, o orgasmo reduz o medo e a ansiedade. Pode ser que o cérebro de algumas pessoas não consiga aumentar gradualmente a atividade na região onde houve a diminuição, voltando rapidamente à normalidade e causando alterações visíveis nos sentimentos de medo e ansiedade. Mas como não existem estudos específicos, tudo o que for dito sobre as causas da depressão pós-coito é especulação. Traumas sexuais, abusos sexuais, predisposição biológica, problemas de relacionamento, problemas de auto estima, culpa, nada disso pode ser dado como causa certa da DPC. Também não podemos confundir uma leve tristeza ou até mesmo algumas lágrimas (que podem ser de felicidade) pós-orgasmo com uma depressão. Esta, só é considerada após um grande período de tristeza enquanto na DPC os sintomas foram relatados até 24 horas após um orgasmo sozinho ou com outra pessoa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Se você nunca ouviu falar em depressão pós-sexo, fique tranquilo; a maioria das pessoas não tem ideia do que é e provavelmente cairia na gargalhada ao ouvir sobre o assunto. Como é possível ficar triste depois do sexo? Isso acontece porque, assim como diversas outras coisas, essa “condição” humana foi descoberta recentemente (a referência mais antiga sobre o assunto na internet data 2009).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2011 a Austrália promoveu um estudo somente com mulheres e resultou que quase metade das participantes (46%) afirmaram ter experimentado algum sentimento de tristeza após o orgasmo. Já o psiquiatra Richard Friedman conta ter atendido um rapaz que apresentava os mesmos sintomas que podem incluir: choro, ansiedade, agitação, melancolia, sensação de vazio ou agressividade. Mesmo após o sexo satisfatório é possível que a pessoa se sinta deprimida e este sentimento pode aparecer logo após o ato – e continuar por dias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é DPC</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao que parece, a depressão pós-sexo (ou disforia pós-coito – DPC) não tem nada a ver com a qualidade ruim da relação sexual (o que já seria um bom motivo pra chorar, né? kkkkk). &nbsp;Gert Holstege, da Holanda, mapeou o cérebro de homens e mulheres fazendo uma tomografia durante o orgasmo. Descobriu que existe uma diminuição significativa da atividade nas amídalas cerebelosas, a região do cérebro envolvida no processamento de estímulos atemorizantes. Isso quer dizer que além de prazer, o orgasmo reduz o medo e a ansiedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ser que o cérebro de algumas pessoas não consiga aumentar gradualmente a atividade na região onde houve a diminuição, voltando rapidamente à normalidade e causando alterações visíveis nos sentimentos de medo e ansiedade. Mas como não existem estudos específicos, tudo o que for dito sobre as causas da depressão pós-coito é especulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Traumas sexuais, abusos sexuais, predisposição biológica, problemas de relacionamento, problemas de auto estima, culpa, nada disso pode ser dado como causa certa da DPC. Também não podemos confundir uma leve tristeza ou até mesmo algumas lágrimas (que podem ser de felicidade) pós-orgasmo com uma depressão. Esta, só é considerada após um grande período de tristeza enquanto na DPC os sintomas foram relatados até 24 horas após um orgasmo sozinho ou com outra pessoa.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dispareunia</title>
		<link>https://marinarotty.com/dispareunia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2022 14:13:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo é meramente informativo e não substitui diagnóstico ou tratamento. Consulte sempre um profissional de saúde. Dispareunia é o termo médico usado para descrever a sensação de desconforto ou dor durante o ato sexual. Para sermos mais exatos, dispareunia é definida como uma dor ou desconforto constante ou persistente que inicia-se no momento da penetração, durante o ato sexual ou logo após o seu fim. O vaginismo é uma das principais causas de dispareunia, sendo caraterizado pela contração involuntária dos músculos da vagina, o que dificulta a penetração e causa dor durante o ato sexual. O vaginismo tanto pode ser a causa como uma consequência da dor durante do sexo. A dispareunia pode ocorrer em ambos os sexos, mas é muito mais comum nas mulheres. dispareunia é o termo usado para descrever os casos de dor recorrente durante o ato sexual. Na verdade, a dor pode surgir com qualquer tipo tipo de penetração, seja no ato sexual, na introdução do espéculo durante o exame ginecológico ou mesmo na hora de usar um absorvente interno. A dispareunia é considerada primária quando ela surge desde a primeira relação sexual e persiste por toda a vida. Por sua vez, quando a mulher passa a sentir dor durante o ato sexual após anos de relações satisfatórias e indolores, a dispareunia é chamada de secundária. A dispareunia também pode ser chamada de situacional, quando ela ocorre somente com determinados parceiros. A dor durante o ato sexual é muito comum e pode ocorrer de forma frequente em até 20% das mulheres. O pico de incidência parece ocorrer entre os 20 e 30 anos. Após a menopausa, com o ressecamento da vagina pela carência de estrogênio, a incidência da dispareunia volta a crescer. Causas prováveis A dispareunia pode ter causas físicas, tais como inflamações ginecológicas, infecção urinária, lesões da pele ao redor da vulva, mioma uterino, etc. Nestes casos, o tratamento direcionado para o problema costuma resolver a dispareunia. Mas a dor durante o ato sexual também pode ter origem em fatores psicológicos, sem que possa ser possível identificar uma causa óbvia para a dor que a mulher sente durante a relação sexual. Os principais fatores de risco para a dispareunia de origem psicológica são: Depressão. Ansiedade. Estresse. História de abuso sexual. Educação repressora. Crença religiosa muito rígida. Baixa autoestima. Sentimento de culpa em relação à sexualidade. Falta de desejo sexual pelo parceiro. Já as principais causas de dispareunia nas quais há um componente físico identificável são: Doença inflamatória pélvica. Doenças sexualmente transmissíveis. Infecções ginecológicas. Infecção urinária. Cistite intersticial. Menopausa. Endometriose. Mioma uterino. Má formações da vagina. Lesões do trato ginecológico (por acidente, estupro, radioterapia ou cirurgia prévia). Dermatites na região ao redor da vulva. Medicamentos que reduzem a lubrificação vaginal (antidepressivos, anti-hipertensivos, sedativos, anti-histamínicos e alguns anticoncepcionais orais). Toda mulher que apresenta dor durante a relação sexual, seja ela nova ou antiga, deve procurar o seu ginecologista para que ele possa fazer uma investigação detalhada das suas causas. Sintomas O sintoma mais típico da dispareunia é uma dor em pontada ou queimação que surge logo no início da penetração. Algumas mulheres queixam-se de dor na vagina, mas outras referem que o incômodo é bem profundo na pelve, principalmente durante os movimentos de vai e vem do pênis. Dor em múltiplos locais da anatomia ginecológica também é uma queixa possível. Dor no momento da penetração é a queixa mais comum, mas algumas mulheres queixam-se também de dor durante ou após o ato sexual. Se a mulher fica sempre “doída” após o sexo, isso também é caracterizado como dispareunia. Se além da dor houver também sangramento ou corrimento vaginal durante ou logo após o coito, a causa mais provável são traumas ou infecções ginecológicas. Se a dispareunia pode estar associada à secura vaginal. Nestes casos, menopausa, uso de medicamentos, deficiência de estrogênio, alterações da libido ou simples falta de interesse sexual pelo parceiro podem ser a causa. Dr. Pedro Pinheiro https://www.mdsaude.com/ginecologia/vaginismo-dispareunia/]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><em>Este artigo é meramente informativo e não substitui diagnóstico ou tratamento. Consulte sempre um profissional de saúde.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dispareunia é o termo médico usado para descrever a sensação de desconforto ou dor durante o ato sexual. Para sermos mais exatos, dispareunia é definida como uma dor ou desconforto constante ou persistente que inicia-se no momento da penetração, durante o ato sexual ou logo após o seu fim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vaginismo é uma das principais causas de dispareunia, sendo caraterizado pela contração involuntária dos músculos da vagina, o que dificulta a penetração e causa dor durante o ato sexual. O vaginismo tanto pode ser a causa como uma consequência da dor durante do sexo. A dispareunia pode ocorrer em ambos os sexos, mas é muito mais comum nas mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">dispareunia é o termo usado para descrever os casos de dor recorrente durante o ato sexual. Na verdade, a dor pode surgir com qualquer tipo tipo de penetração, seja no ato sexual, na introdução do espéculo durante o exame ginecológico ou mesmo na hora de usar um absorvente interno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dispareunia é considerada primária quando ela surge desde a primeira relação sexual e persiste por toda a vida. Por sua vez, quando a mulher passa a sentir dor durante o ato sexual após anos de relações satisfatórias e indolores, a dispareunia é chamada de secundária. A dispareunia também pode ser chamada de situacional, quando ela ocorre somente com determinados parceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dor durante o ato sexual é muito comum e pode ocorrer de forma frequente em até 20% das mulheres. O pico de incidência parece ocorrer entre os 20 e 30 anos. Após a menopausa, com o ressecamento da vagina pela carência de estrogênio, a incidência da dispareunia volta a crescer.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Causas prováveis</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A dispareunia pode ter causas físicas, tais como inflamações ginecológicas, infecção urinária, lesões da pele ao redor da vulva, mioma uterino, etc. Nestes casos, o tratamento direcionado para o problema costuma resolver a dispareunia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a dor durante o ato sexual também pode ter origem em fatores psicológicos, sem que possa ser possível identificar uma causa óbvia para a dor que a mulher sente durante a relação sexual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais fatores de risco para a dispareunia de origem psicológica são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Depressão.</li><li>Ansiedade.</li><li>Estresse.</li><li>História de abuso sexual.</li><li>Educação repressora.</li><li>Crença religiosa muito rígida.</li><li>Baixa autoestima.</li><li>Sentimento de culpa em relação à sexualidade.</li><li>Falta de desejo sexual pelo parceiro.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Já as principais causas de dispareunia nas quais há um componente físico identificável são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Doença inflamatória pélvica.</li><li>Doenças sexualmente transmissíveis.</li><li>Infecções ginecológicas.</li><li>Infecção urinária.</li><li>Cistite intersticial.</li><li>Menopausa.</li><li>Endometriose.</li><li>Mioma uterino.</li><li>Má formações da vagina.</li><li>Lesões do trato ginecológico (por acidente, estupro, radioterapia ou cirurgia prévia).</li><li>Dermatites na região ao redor da vulva.</li><li>Medicamentos que reduzem a lubrificação vaginal (antidepressivos, anti-hipertensivos, sedativos, anti-histamínicos e alguns anticoncepcionais orais).</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Toda mulher que apresenta dor durante a relação sexual, seja ela nova ou antiga, deve procurar o seu ginecologista para que ele possa fazer uma investigação detalhada das suas causas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O sintoma mais típico da dispareunia é uma dor em pontada ou queimação que surge logo no início da penetração. Algumas mulheres queixam-se de dor na vagina, mas outras referem que o incômodo é bem profundo na pelve, principalmente durante os movimentos de vai e vem do pênis. Dor em múltiplos locais da anatomia ginecológica também é uma queixa possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dor no momento da penetração é a queixa mais comum, mas algumas mulheres queixam-se também de dor durante ou após o ato sexual. Se a mulher fica sempre “doída” após o sexo, isso também é caracterizado como dispareunia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se além da dor houver também sangramento ou corrimento vaginal durante ou logo após o coito, a causa mais provável são traumas ou infecções ginecológicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a dispareunia pode estar associada à secura vaginal. Nestes casos, menopausa, uso de medicamentos, deficiência de estrogênio, alterações da libido ou simples falta de interesse sexual pelo parceiro podem ser a causa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<pre class="wp-block-preformatted">Dr. Pedro Pinheiro</pre>



<pre class="wp-block-preformatted"><a href="https://www.mdsaude.com/ginecologia/vaginismo-dispareunia/" target="_blank" rel="noopener">https://www.mdsaude.com/ginecologia/vaginismo-dispareunia/</a></pre>
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			</item>
		<item>
		<title>Anorgasmia</title>
		<link>https://marinarotty.com/anorgasmia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2022 14:07:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo é meramemente informativo e não substitui diagnóstico ou tratamento. Consulte sempre um profissional de saúde. Muitas mulheres têm dificuldade em atingir o orgasmo com um parceiro, mesmo sendo muito estimuladas. Um estudo aponta que a anorgasmia afeta 35% das mulheres no Brasil.  A falta de conhecimento sobre a própria sexualidade, desinformação sobre a fisiologia da resposta sexual, problemas de ordem pessoal e conflitos conjugais podem desencadear sérios problemas emocionais nas mulheres e, consequentemente, alterar a sua resposta sexual. O orgasmo traz reações psicológicas e físicas. Do ponto de vista emocional traz relaxamento, alívio de tensão e sensação de bem estar. Alguns estudos até apontam que chegar ao orgasmo melhora nossa imunidade. Portanto é importante procurar ajuda para a ausência dele. Pode ser difícil determinar a causa da anorgasmia. As mulheres podem ter dificuldade em atingir o orgasmo devido a fatores físicos, emocionais ou psicológicos, tais como: envelhecimento; condições médicas, como diabetes; uma história de cirurgias ginecológicas, como uma histerectomia; o uso de certos&#160;medicamentos, particularmente os inibidores seletivos de recaptação de&#160;serotonina&#160;(ISRSs) para&#160;depressão; crenças culturais ou religiosas; timidez; culpa ou preconceito relacionado ao prazer de desfrutar de atividade sexual; história de abuso sexual; condições de saúde mental, como&#160;depressão&#160;ou&#160;ansiedade; estresse; baixa&#160;autoestima; problemas de relacionamento, como conflitos não resolvidos ou falta de confiança. A combinação desses fatores pode dificultar a obtenção de um orgasmo e levar ao sofrimento, o que pode tornar ainda mais difícil atingir o orgasmo no futuro. O principal sintoma dessa disfunção é a incapacidade de atingir o clímax sexual. Outros sintomas incluem ter orgasmos insatisfatórios e a demora acima do normal para atingir o clímax, seja durante a relação sexual ou mesmo com a masturbação. Tipos de Anorgasmia Anorgasmia primária:&#160;uma condição em que você nunca teve um orgasmo. Anorgasmia secundária:&#160;dificuldade em atingir o orgasmo, mesmo que você tenha tido um antes. Anorgasmia situacional:&#160;o tipo mais comum de disfunção orgásmica. Ocorre quando você atinge o orgasmo somente em situações específicas, como durante o sexo oral ou masturbação. Anorgasmia geral:&#160;incapacidade de atingir o orgasmo sob quaisquer circunstâncias, mesmo quando você está excitado e a estimulação sexual é suficiente. Se você acha que tem anorgasmia, agende uma consulta com profissional especializado. Um&#160;bom sexólogo&#160;será capaz de diagnosticar sua condição e fornecer um plano de tratamento adequado. Atualmente também é possível consultar um&#160;sexólogo online, garantindo que pessoas com alguma disfunção sexual possam desfrutar plenamente da atividade sexual novamente. Durante sua consulta, o&#160;sexólogo&#160;fará perguntas sobre seu histórico sexual. Suas respostas podem revelar as causas subjacentes da disfunção orgásmica e ajudar a identificar outros fatores que podem contribuir para sua condição. O tratamento para disfunção orgásmica depende da causa da condição. A depender do diagnóstico é possível que a pessoa possa precisar: tratar quaisquer condições médicas subjacentes; mudar medicamentos&#160;antidepressivos; Realizar sessões de&#160;terapia cognitivo-comportamental (TCC)&#160;ou&#160;terapia sexual; aumentar a estimulação do clitóris durante a masturbação e a relação sexual. Terapia de casal&#160;é outra opção de tratamento muito conhecida. Um psicólogo pode ajudar você e seu parceiro a lidar com quaisquer divergências ou conflitos que estejam ocorrendo. Isso pode resolver os problemas que surgem no relacionamento e no quarto. Em alguns casos, a terapia hormonal pode ser usada. O estrogênio pode ajudar a aumentar o desejo sexual ou a quantidade de fluxo sanguíneo para os órgãos genitais, aumentando a sensibilidade. A terapia hormonal estrogênica pode envolver a administração de uma pílula, o uso de um adesivo ou aplicação de um gel nos genitais. Alguns produtos vendidos sem prescrição médica e suplementos nutricionais também podem ajudar mulheres com anorgasmia. Óleos de excitação podem ajudar no aquecimento do clitóris, aumentando a estimulação. Estes óleos podem ser benéficos para uso durante a relação sexual e masturbação. Certifique-se de falar com seu médico ginecologista antes de usar produtos ou medicamentos nas regiões genitais. Eles podem causar uma reação alérgica ou interferir na ação de outros medicamentos que você esteja tomando. A psicoterapia é particularmente útil no tratamento da anorgasmia. Parte da terapia individual ou de casais se concentra em como você vê a relação sexual. Encontrar-se com um terapeuta pode ajudar você e seu parceiro a aprender mais sobre as necessidades e desejos sexuais de um outro. Ele também irá abordar quaisquer problemas de relacionamento ou estressores cotidianos que podem estar contribuindo para a sua incapacidade de orgasmo e, assim, ajudá-la a alcançar orgasmos no futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><em>Este artigo é meramemente informativo e não substitui diagnóstico ou tratamento. Consulte sempre um profissional de saúde.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas mulheres têm dificuldade em atingir o orgasmo com um parceiro, mesmo sendo muito estimuladas. Um estudo aponta que a anorgasmia afeta 35% das mulheres no Brasil.  A falta de conhecimento sobre a própria sexualidade, desinformação sobre a fisiologia da resposta sexual, problemas de ordem pessoal e conflitos conjugais podem desencadear sérios problemas emocionais nas mulheres e, consequentemente, alterar a sua resposta sexual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O orgasmo traz reações psicológicas e físicas. Do ponto de vista emocional traz relaxamento, alívio de tensão e sensação de bem estar. Alguns estudos até apontam que chegar ao orgasmo melhora nossa imunidade. Portanto é importante procurar ajuda para a ausência dele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ser difícil determinar a causa da anorgasmia. As mulheres podem ter dificuldade em atingir o orgasmo devido a fatores físicos, emocionais ou psicológicos, tais como:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>envelhecimento;</li><li>condições médicas, como diabetes;</li><li>uma história de cirurgias ginecológicas, como uma histerectomia;</li><li>o uso de certos&nbsp;medicamentos, particularmente os inibidores seletivos de recaptação de&nbsp;serotonina&nbsp;(ISRSs) para&nbsp;depressão;</li><li>crenças culturais ou religiosas;</li><li>timidez;</li><li>culpa ou preconceito relacionado ao prazer de desfrutar de atividade sexual;</li><li>história de abuso sexual;</li><li>condições de saúde mental, como&nbsp;depressão&nbsp;ou&nbsp;ansiedade;</li><li>estresse;</li><li>baixa&nbsp;autoestima;</li><li>problemas de relacionamento, como conflitos não resolvidos ou falta de confiança.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">A combinação desses fatores pode dificultar a obtenção de um orgasmo e levar ao sofrimento, o que pode tornar ainda mais difícil atingir o orgasmo no futuro. O principal sintoma dessa disfunção é a incapacidade de atingir o clímax sexual. Outros sintomas incluem ter orgasmos insatisfatórios e a demora acima do normal para atingir o clímax, seja durante a relação sexual ou mesmo com a masturbação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Tipos de Anorgasmia</h4>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Anorgasmia primária:</strong>&nbsp;uma condição em que você nunca teve um orgasmo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Anorgasmia secundária:</strong>&nbsp;dificuldade em atingir o orgasmo, mesmo que você tenha tido um antes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Anorgasmia situacional:</strong>&nbsp;o tipo mais comum de disfunção orgásmica. Ocorre quando você atinge o orgasmo somente em situações específicas, como durante o sexo oral ou masturbação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Anorgasmia geral:</strong>&nbsp;incapacidade de atingir o orgasmo sob quaisquer circunstâncias, mesmo quando você está excitado e a estimulação sexual é suficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você acha que tem anorgasmia, agende uma consulta com profissional especializado. Um&nbsp;bom sexólogo&nbsp;será capaz de diagnosticar sua condição e fornecer um plano de tratamento adequado. Atualmente também é possível consultar um&nbsp;sexólogo online, garantindo que pessoas com alguma disfunção sexual possam desfrutar plenamente da atividade sexual novamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante sua consulta, o&nbsp;sexólogo&nbsp;fará perguntas sobre seu histórico sexual. Suas respostas podem revelar as causas subjacentes da disfunção orgásmica e ajudar a identificar outros fatores que podem contribuir para sua condição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento para disfunção orgásmica depende da causa da condição. A depender do diagnóstico é possível que a pessoa possa precisar:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>tratar quaisquer condições médicas subjacentes;</li><li>mudar medicamentos&nbsp;antidepressivos;</li><li>Realizar sessões de&nbsp;terapia cognitivo-comportamental (TCC)&nbsp;ou&nbsp;terapia sexual;</li><li>aumentar a estimulação do clitóris durante a masturbação e a relação sexual.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Terapia de casal&nbsp;é outra opção de tratamento muito conhecida. Um psicólogo pode ajudar você e seu parceiro a lidar com quaisquer divergências ou conflitos que estejam ocorrendo. Isso pode resolver os problemas que surgem no relacionamento e no quarto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, a terapia hormonal pode ser usada. O estrogênio pode ajudar a aumentar o desejo sexual ou a quantidade de fluxo sanguíneo para os órgãos genitais, aumentando a sensibilidade. A terapia hormonal estrogênica pode envolver a administração de uma pílula, o uso de um adesivo ou aplicação de um gel nos genitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns produtos vendidos sem prescrição médica e suplementos nutricionais também podem ajudar mulheres com anorgasmia. Óleos de excitação podem ajudar no aquecimento do clitóris, aumentando a estimulação. Estes óleos podem ser benéficos para uso durante a relação sexual e masturbação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Certifique-se de falar com seu médico ginecologista antes de usar produtos ou medicamentos nas regiões genitais. Eles podem causar uma reação alérgica ou interferir na ação de outros medicamentos que você esteja tomando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A psicoterapia é particularmente útil no tratamento da anorgasmia. Parte da terapia individual ou de casais se concentra em como você vê a relação sexual. Encontrar-se com um terapeuta pode ajudar você e seu parceiro a aprender mais sobre as necessidades e desejos sexuais de um outro. Ele também irá abordar quaisquer problemas de relacionamento ou estressores cotidianos que podem estar contribuindo para a sua incapacidade de orgasmo e, assim, ajudá-la a alcançar orgasmos no futuro.</p>
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			</item>
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		<title>O que é vaginismo</title>
		<link>https://marinarotty.com/o-que-e-vaginismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 May 2022 13:56:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Este artigo é meramente informativo e não substitui diagnóstico ou tratamento. Consulte sempre um profissional de saúde. Você sente dor ao ter relações? Fica com receio do desconforto e percebe seu corpo tenso e desconfortável antes mesmo da penetração? Vaginismo é a contração involuntária dos músculos perineais na introdução do pênis, dedos, absorvente ou qualquer objeto. Uma desordem psicológica manifestada pelo medo e ansiedade da penetração, gerando tensão na musculatura da região pélvica. Isso pode ser causado por: Fatores físicos como cistite, menopausa, endometriose e infecções. Fatores psicológicos como experiências sexuais negativas anteriores, medos por conta de uma educação sexual rígida ou incorreta, crenças sexuais inadequadas. Durante esse transtorno, a mulher tem vontade de manter relações sexuais, mas começa a evitá-las com medo de sentir dor. O corpo antecipa o desconforto e se contrai involuntariamente, veja: Tratamento Psicólogo e sexólogo: tratamento da ansiedade antecipatória, adequação de crenças relacionadas ao sexo, exploração corporal e relaxamento muscular. Fisioterapeuta pélvico: exercícios e métodos que auxiliam no relaxamento a musculatura em volta da vagina como uso de massagens especificas e dilatadores. Ginecológico ou psiquiátrico: algumas mulheres relatam melhoras ao tomarem medicações que aliviam a ansiedade e dor crônica. No entanto, esse tipo de tratamento não trata o transtorno, apenas gera uma pequena melhora temporária para que o cliente possa ter resultados mais rápidos durante a terapia ou a fisioterapia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-small-font-size wp-block-paragraph"><em>Este artigo é meramente informativo e não substitui diagnóstico ou tratamento. Consulte sempre um profissional de saúde.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Você sente <strong>dor</strong> ao ter relações? Fica com receio do desconforto e percebe seu corpo tenso e desconfortável antes mesmo da penetração?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vaginismo é a contração involuntária dos músculos perineais na introdução do pênis, dedos, absorvente ou qualquer objeto. Uma desordem psicológica manifestada pelo medo e ansiedade da penetração, gerando tensão na musculatura da região pélvica. Isso pode ser causado por:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Fatores físicos</strong> como cistite, menopausa, endometriose e infecções.</li><li><strong>Fatores psicológicos</strong> como experiências sexuais negativas anteriores, medos por conta de uma educação sexual rígida ou incorreta, crenças sexuais inadequadas.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Durante esse transtorno, a mulher tem vontade de manter relações sexuais, mas começa a evitá-las com medo de sentir dor. O corpo antecipa o desconforto e se contrai involuntariamente, veja:</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" src="https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/06/vaginismo-1024x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-174" width="512" height="512" srcset="https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/06/vaginismo-1024x1024.jpeg 1024w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/06/vaginismo-300x300.jpeg 300w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/06/vaginismo-150x150.jpeg 150w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/06/vaginismo-768x768.jpeg 768w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/06/vaginismo-75x75.jpeg 75w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/06/vaginismo-600x600.jpeg 600w, https://marinarotty.com/wp-content/uploads/2022/06/vaginismo.jpeg 1080w" /><figcaption>Ciclo da dor no vaginismo</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Tratamento </h2>



<ul class="wp-block-list"><li>Psicólogo e sexólogo: tratamento da ansiedade antecipatória, adequação de crenças relacionadas ao sexo, exploração corporal e relaxamento muscular.</li><li>Fisioterapeuta pélvico: exercícios e métodos que auxiliam no relaxamento a musculatura em volta da vagina como uso de massagens especificas e dilatadores.</li><li>Ginecológico ou psiquiátrico: algumas mulheres relatam melhoras ao tomarem medicações que aliviam a ansiedade e dor crônica. No entanto, esse tipo de tratamento não trata o transtorno, apenas gera uma pequena melhora temporária para que o cliente possa ter resultados mais rápidos durante a terapia ou a fisioterapia.</li></ul>
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