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	<title>Lifestyle &#8211; Marina Rotty</title>
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	<description>especialista em liberdade afetiva</description>
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	<title>Lifestyle &#8211; Marina Rotty</title>
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		<title>Troca Troca: Clichês Monogâmicos Aplaudidos de Pé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 05:47:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
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					<description><![CDATA[A peça se chama Troca Troca. O nome provoca. Promete. A expectativa era clara: ver o universo do swing, do desejo compartilhado, das relações consensualmente abertas sendo representadas no palco — com coragem, com humor, com profundidade. Mas o que se entregou foi outra coisa. O teatro estava lotado. Risos fáceis, aplausos generosos, gente curiosa e animada. Mas, em cena, o que vi foi mais do mesmo: um desfile de estereótipos e piadas batidas. Traições sendo tratadas como naturais. Confusões emocionais sendo romantizadas. Personagens rasos, distantes da realidade de quem vive ou busca viver relações mais conscientes, livres e éticas. A promessa era ousadia. Mas o que vi foi conservadorismo disfarçado de comédia. A Mentira é Mais Aceita Em vez de mostrar o swing como uma escolha baseada em diálogo, confiança e desejo mútuo, o texto optou por reforçar a ideia de que sexo fora da monogamia é sempre caos, mentira e engano. O enredo gira em torno de casais que se envolvem em encontros sexuais escondidos, que se machucam emocionalmente porque não conversam, não se escutam, não se responsabilizam. Ou seja: relações falsas sendo colocadas no centro da narrativa, enquanto formas de afeto baseadas em verdade continuam invisíveis — ou pior, ridicularizadas. E eu sigo me perguntando: Por que a mentira ainda é mais aceita do que a liberdade consentida?Por que tanta gente ainda tem medo da sinceridade quando ela vem acompanhada de prazer? Quando se fala em não monogamia, ainda há muito ruído. Muita gente associa imediatamente a traição, bagunça, promiscuidade. Mas a verdadeira bagunça está em manter relacionamentos onde o combinado é ignorado, onde a verdade é evitada, onde o desejo é silenciado. Não monogamia não é bagunça. Bagunça é enganar quem você ama.Bagunça é viver preso a regras que você não escolheu, só herdou.Bagunça é chamar de fidelidade o ato de mentir todos os dias pra manter uma aparência. Mais Uma Chance Desperdiçada Eu saí do teatro com essa sensação incômoda: a de que mais uma vez a arte perdeu a chance de ampliar o olhar, de cutucar com inteligência, de provocar para além do riso fácil. Troca Troca poderia ser uma peça sobre diálogo, erotismo, autoconhecimento, pactos reais e desejo legítimo. Mas preferiu o caminho do exagero caricato e das velhas fórmulas que fazem o público rir sem ter que pensar demais. É uma pena. Porque estamos num tempo em que falar de liberdade afetiva é urgente. Estamos sedentos por representações mais honestas do amor e do sexo. Queremos histórias que nos desafiem, que nos façam olhar para dentro e questionar:o que é ser fiel de verdade? E fidelidade, pra mim, não tem a ver com exclusividade, mas com acordo. Com honestidade. Com coragem de falar o que sente e ouvir o que o outro sente também. Com desejo que não precisa se esconder atrás de máscaras, mas pode ser vivido com respeito e consentimento. Se você também se incomoda com essa visão distorcida que muitos ainda têm da liberdade sexual e afetiva, esse post é pra você. Marina Roty]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A peça se chama <em>Troca Troca</em>. O nome provoca. Promete. A expectativa era clara: ver o universo do swing, do desejo compartilhado, das relações consensualmente abertas sendo representadas no palco — com coragem, com humor, com profundidade. Mas o que se entregou foi outra coisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O teatro estava lotado. Risos fáceis, aplausos generosos, gente curiosa e animada. Mas, em cena, o que vi foi mais do mesmo: um desfile de estereótipos e piadas batidas. Traições sendo tratadas como naturais. Confusões emocionais sendo romantizadas. Personagens rasos, distantes da realidade de quem vive ou busca viver relações mais conscientes, livres e éticas. A promessa era ousadia. Mas o que vi foi conservadorismo disfarçado de comédia. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">A Mentira é Mais Aceita</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em vez de mostrar o swing como uma escolha baseada em diálogo, confiança e desejo mútuo, o texto optou por reforçar a ideia de que sexo fora da monogamia é sempre caos, mentira e engano. O enredo gira em torno de casais que se envolvem em encontros sexuais escondidos, que se machucam emocionalmente porque não conversam, não se escutam, não se responsabilizam.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja: relações falsas sendo colocadas no centro da narrativa, enquanto formas de afeto baseadas em verdade continuam invisíveis — ou pior, ridicularizadas. E eu sigo me perguntando:</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p><br><strong>Por que a mentira ainda é mais aceita do que a liberdade consentida?</strong><br><strong>Por que tanta gente ainda tem medo da sinceridade quando ela vem acompanhada de prazer?</strong></p></blockquote></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se fala em não monogamia, ainda há muito ruído. Muita gente associa imediatamente a traição, bagunça, promiscuidade. Mas a verdadeira bagunça está em manter relacionamentos onde o combinado é ignorado, onde a verdade é evitada, onde o desejo é silenciado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Não monogamia não é bagunça. Bagunça é enganar quem você ama.<br>Bagunça é viver preso a regras que você não escolheu, só herdou.<br>Bagunça é chamar de fidelidade o ato de mentir todos os dias pra manter uma aparência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais Uma Chance Desperdiçada</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Eu saí do teatro com essa sensação incômoda: a de que mais uma vez a arte perdeu a chance de ampliar o olhar, de cutucar com inteligência, de provocar para além do riso fácil. <em>Troca Troca</em> poderia ser uma peça sobre diálogo, erotismo, autoconhecimento, pactos reais e desejo legítimo. Mas preferiu o caminho do exagero caricato e das velhas fórmulas que fazem o público rir sem ter que pensar demais. É uma pena.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque estamos num tempo em que falar de liberdade afetiva é urgente. Estamos sedentos por representações mais honestas do amor e do sexo. Queremos histórias que nos desafiem, que nos façam olhar para dentro e questionar:<br>o que é ser fiel de verdade?</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">E fidelidade, pra mim, não tem a ver com exclusividade, mas com<strong> </strong>acordo. Com honestidade. Com coragem de falar o que sente e ouvir o que o outro sente também. Com desejo que não precisa se esconder atrás de máscaras, mas pode ser vivido com respeito e consentimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você também se incomoda com essa visão distorcida que muitos ainda têm da liberdade sexual e afetiva, esse post é pra você.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Marina Roty</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como Encontrar uma &#8220;Marmita de Casal&#8221;</title>
		<link>https://marinarotty.com/como-encontrar-uma-marmita-de-casal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Nov 2024 08:28:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[marmita]]></category>
		<category><![CDATA[menage]]></category>
		<category><![CDATA[não monogamia consensual]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
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		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[terceira metade]]></category>
		<category><![CDATA[terceira pessoa]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando o sexo casual a três é uma escolha voluntária e consciente, todos os envolvidos podem ser beneficiados por essa exploração da sexualidade. E quando um indivíduo tem a fantasia sexual de ser a terceira pessoa de um casal, é chamado de &#8220;marmita de casal&#8221;. Há quase duas décadas, alguns adeptos da prática utilizavam o termo &#8220;lanchinho de casal&#8221;. Porém ele foi caindo em desuso dentro das comunidades liberais, pois muitos consideravam pejorativo. E agora voltou com força depois de uma celebridade afirmar que adora ser marmita de casal, abrangendo não apenas as comunidades liberais mas chegando até camadas mais tradicionais da sociedade. A pedido da jornalista Camila Cerone, escrevi algumas dicas para quem está em busca da &#8220;marmita&#8221; que foram publicadas na Marie Claire. Existem três formas básicas de procurar pela marmita: 1 &#8211; Quem já está inserido em comunidades liberais: 2 &#8211; Quem prefere pessoas conhecidas: 3 &#8211; Quem prefere desconhecidos: Como saber quem pode ser boa pessoa para incluir no relacionamento? Com muita conversa. É impossível saber se uma pessoa é boa em tão pouco tempo, muito menos só olhando para ela, por mais linda que seja. As pessoas se revelam nos detalhes, por isso, quanto mais conversa aleatória, fora do contexto da fantasia, mais fácil é saber se a pessoa é confiável ou não. Além das preferências sexuais, pergunte sobre livros que ela gosta de ler, filmes que ela viu recentemente ou quais são seus pets favoritos. Isso ajuda a ter uma ideia de quem é a pessoa. O que buscar no candidato: Cada parceria vai ter uma preferência e os critérios devem ser decididos em conjunto, alinhando os desejos dos dois. Eles podem ir desde o mínimo de exigências, como apenas ser simpátaico; até critérios que beiram o absurdo, como nível social ou cor do esmalte. Como se trata de fantasia sexual, parte-se do pressuposto que a sexualidade é cheia de subjetividade, portanto, é natural que cada um deseje uma coisa diferente. O importante é que o par esteja com essas preferências alinhadas entre si para que a busca pela terceira pessoa seja mais eficiente. Que conversas o par deve ter antes? É importante falar sobre ciúme e como cada um espera reagir caso ele apareça. Dessa forma é possível elaborar estratégias para lidar com o sentimento de uma forma mais adequada. As parcerias também podem fantasiar detalhes da experiência, como as posições que desejam experimentar ou se pretendem usar acessórios na brincadeira, assim é mais fácil de levar a experiência de forma mais leve e divertida. O que não deve ser brincadeira é o uso do preservativo, este deve ser item obrigatório. Onde marcar o primeiro encontro, direto na casa, motel ou bar? O primeiro encontro vai depender de quem é a terceira pessoa: um conhecido/amigo pode ser em casa, um desconhecido não. Mas no geral, um local neutro é uma ótima opção pois se a experiência não estiver correndo como o esperado e alguém quiser parar, é mais fácil ir embora do que expulsar alguém da propria casa. Como receber a pessoa? Há parcerias que gostam de um papo antes, receber com uns petiscos ou bebidas pode ir quebrando o gelo aos poucos. Já existem pessoas que preferem ir direto ao ponto e receber o candidato como vieram ao mundo, assim não há dúvidas de que a conversa vai ficar para depois da fantasia. Gosto de lembrar meus pacientes que por melhor que a fantasia pareça ser, a realidade é diferente. Nem sempre as coisas acontecem como imaginamos e é perfeitamente normal querer para tudo se houver desconforto. É importante deixar claro para todos os envolvidos que tudo é permitido, mas nada é obrigatório. Seja no campo físico ou emocional, se você sentir que é hora de parar, pare. Quando o assunto é sexo, nunca vale a pena fazer algo que você não quer. Marinna RotySexóloga, Psicóloga e Mentora em Não Monogamia Consensual.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o sexo casual a três é uma escolha voluntária e consciente, todos os envolvidos podem ser beneficiados por essa exploração da sexualidade. E quando um indivíduo tem a fantasia sexual de ser a terceira pessoa de um casal, é chamado de &#8220;marmita de casal&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há quase duas décadas, alguns adeptos da prática utilizavam o termo &#8220;lanchinho de casal&#8221;. Porém ele foi caindo em desuso dentro das comunidades liberais, pois muitos consideravam pejorativo. E agora voltou com força depois de uma celebridade afirmar que adora ser marmita de casal, abrangendo não apenas as comunidades liberais mas chegando até camadas mais tradicionais da sociedade. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pedido da jornalista Camila Cerone, escrevi algumas dicas para quem está em busca da &#8220;marmita&#8221; que foram <a href="https://revistamarieclaire.globo.com/sexo/noticia/2024/11/como-encontrar-a-marmita-de-casal-sexo-a-tres-dicas.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">publicadas na Marie Claire.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-white-color has-vivid-purple-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-75a9a7c7aa18e0c4cdfa9e2a1c6e2dc1 wp-block-paragraph">Existem três formas básicas de procurar pela marmita:</p>



<p class="wp-block-paragraph">1 &#8211; Quem já está inserido em comunidades liberais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uma das melhores estratégias para quem já está inserido em comunidades liberais é pedir indicação. A maioria dos adeptos fazem parte de redes ou grupos do segmento e é comum pedir referências de solteiros.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">2 &#8211; Quem prefere pessoas conhecidas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Há parcerias que preferem escolher a terceira pessoa entre pessoas previamente conhecidas: alguém da academia, um crush da vizinhança ou um amigo do par. Nesses casos comece uma conversa como quem não quer nada e “deixe escapar” que existe um interesse na pessoa. Se for recíproco, é provável que o candidato fique interessado e faça mais perguntas para determinar se é uma opção viável, como por exemplo: os dois parceiros estão confortáveis, se ele não vai criar algum problema para a parceria ou há quanto tempo eles curtem algo a três. Procure sempre deixar o convidado à vontade, tirando todas as dúvidas que ele tiver mas sem perder o tom de sedução, afinal, a grande sacada na hora do convite é deixar claro que apesar de chamar “marmita”, o convidado será o prato principal.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">3 &#8211; Quem prefere desconhecidos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>O caminho é pesquisar em diversos apps e redes sociais até encontrar alguém que chame a atenção dos dois parceiros. A partir daí, inicie uma conversa online e se o papo for bom, sigam para a fase 3: confirmar que se trata de uma pessoa real do outro lado da tela. Para isso, vale trocar fotos de rosto, fazer chamadas de vídeo, trocar whatsapp. Mesmo depois de tudo isso, sair com um desconhecido requer alguns cuidados básicos, como por exemplo, marcar encontro em local público, de preferência com segurança por perto; nunca ir direto para o motel ou na casa da pessoa, não levar a pessoa para a sua casa no primeiro encontro, não trocar dados pessoais como rg, cpf, cartão de crédito. Há dezenas de encontros que deveriam ser divertidos e se transformaram em pesadelos, e não queremos que ninguém passe por isso, certo? Depois desse primeiro encontro, pode ser que todas as coisas boas que vocês imaginaram durante as conversas online sejam confirmadas. Se sentirem segurança, partam para um local mais íntimo e boa diversão. Mas se ainda precisarem sentir mais confiança ainda, marquem um segundo, terceiro… quantos encontros precisarem para se sentirem seguros em relação ao candidato.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-white-color has-vivid-purple-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-e42704ba6f96bd4997126e296ed5374f wp-block-paragraph">Como saber quem pode ser boa pessoa para incluir no relacionamento?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com muita conversa. É impossível saber se uma pessoa é boa em tão pouco tempo, muito menos só olhando para ela, por mais linda que seja. As pessoas se revelam nos detalhes, por isso, quanto mais conversa aleatória, fora do contexto da fantasia, mais fácil é saber se a pessoa é confiável ou não. Além das preferências sexuais, pergunte sobre livros que ela gosta de ler, filmes que ela viu recentemente ou quais são seus pets favoritos. Isso ajuda a ter uma ideia de quem é a pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-white-color has-vivid-purple-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-c8e94a20e09a516e1bdecbaa73dc4b3d wp-block-paragraph">O que buscar no candidato:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada parceria vai ter uma preferência e os critérios devem ser decididos em conjunto, alinhando os desejos dos dois. Eles podem ir desde o mínimo de exigências, como apenas ser simpátaico; até critérios que beiram o absurdo, como nível social ou cor do esmalte. Como se trata de fantasia sexual, parte-se do pressuposto que a sexualidade é cheia de subjetividade, portanto, é natural que cada um deseje uma coisa diferente. O importante é que o par esteja com essas preferências alinhadas entre si para que a busca pela terceira pessoa seja mais eficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-white-color has-vivid-purple-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-8ec5dbf7a2935906fe1154db164522a5 wp-block-paragraph">Que conversas o par deve ter antes?</p>



<p class="wp-block-paragraph">É importante falar sobre ciúme e como cada um espera reagir caso ele apareça. Dessa forma é possível elaborar estratégias para lidar com o sentimento de uma forma mais adequada. As parcerias também podem fantasiar detalhes da experiência, como as posições que desejam experimentar ou se pretendem usar acessórios na brincadeira, assim é mais fácil de levar a experiência de forma mais leve e divertida. O que não deve ser brincadeira é o uso do preservativo, este deve ser item obrigatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-white-color has-vivid-purple-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-507b5b0830502247e28ad3010bcbbe29 wp-block-paragraph">Onde marcar o primeiro encontro, direto na casa, motel ou bar?</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro encontro vai depender de quem é a terceira pessoa: um conhecido/amigo pode ser em casa, um desconhecido não. Mas no geral, um local neutro é uma ótima opção pois se a experiência não estiver correndo como o esperado e alguém quiser parar, é mais fácil ir embora do que expulsar alguém da propria casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-white-color has-vivid-purple-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-318e247c8dc52ca30a03fed8364d681e wp-block-paragraph">Como receber a pessoa?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há parcerias que gostam de um papo antes, receber com uns petiscos ou bebidas pode ir quebrando o gelo aos poucos. Já existem pessoas que preferem ir direto ao ponto e receber o candidato como vieram ao mundo, assim não há dúvidas de que a conversa vai ficar para depois da fantasia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Gosto de lembrar meus pacientes que por melhor que a fantasia pareça ser, a realidade é diferente. Nem sempre as coisas acontecem como imaginamos e é perfeitamente normal querer para tudo se houver desconforto. É importante deixar claro para todos os envolvidos que tudo é permitido, mas nada é obrigatório. Seja no campo físico ou emocional, se você sentir que é hora de parar, pare. Quando o assunto é sexo, nunca vale a pena fazer algo que você não quer.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Marinna Roty<br>Sexóloga, Psicóloga e Mentora em Não Monogamia Consensual.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>5 Filmes Sobre NMC</title>
		<link>https://marinarotty.com/5-filmes-sobre-nmc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 19:53:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[monogamia]]></category>
		<category><![CDATA[não monogamia consensual]]></category>
		<category><![CDATA[série]]></category>
		<category><![CDATA[swing]]></category>
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					<description><![CDATA[Se você já ouviu falar em swing e ficou curioso para entender melhor esse universo não-monogâmico consensual, saiba que o entretenimento também mergulha nesse tema de forma interessante e divertida. Pensando nisso, preparamos uma lista com 5 filmes e séries que exploram o mundo do swing, trazendo histórias que vão além dos estigmas e oferecem diferentes pontos de vista quando o assunto é troca de casais. Nada melhor que especialistas para comentar sobre o tema, não é mesmo? Marina Rotty e Marcio Wolf, casal que compartilha suas experiências não-monogâmicas nas redes sociais, nos enviaram comentários exclusivos sobre cada produção, proporcionando uma visão única e pessoal sobre o conteúdo. Confira! Para finalizar, selecionamos outra produção brasileira &#8211; desta vez no formato de série. O seriado “Homens?” estreou em 2019, e já vai ganhar sua terceira temporada. “Além de trazer reflexões importantíssimas sobre machismo, esta série brasileira retrata com muita precisão o que é uma festa liberal fechada. A segunda temporada termina em uma sala coletiva da Asha Club do Rio e estamos ansiosos há muito tempo pela terceira temporada! É evidente que quem escreveu certamente vive o swing!”,&#160;conclui&#160;Marina. Se esse tema desperta curiosidade, medo ou conflito, talvez seja o momento de olhar para ele com apoio profissional. Agende uma sessão comigo e vamos conversar sobre como construir vínculos conscientes, sem perder o prazer e o respeito. Marina Rotty Consulta presencial Consulta online]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você já ouviu falar em swing e ficou curioso para entender melhor esse universo não-monogâmico consensual, saiba que o entretenimento também mergulha nesse tema de forma interessante e divertida. Pensando nisso, preparamos uma lista com 5 filmes e séries que exploram o mundo do swing, trazendo histórias que vão além dos estigmas e oferecem diferentes pontos de vista quando o assunto é troca de casais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nada melhor que especialistas para comentar sobre o tema, não é mesmo? Marina Rotty e Marcio Wolf, casal que compartilha suas experiências não-monogâmicas nas redes sociais, nos enviaram comentários exclusivos sobre cada produção, proporcionando uma visão única e pessoal sobre o conteúdo. Confira!</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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<ol class="wp-block-list">
<li>De Olhos Bem Fechados (Prime Video)<br>Estrelado por Tom Cruise e Nicole Kidman, ‘De olhos bem fechados’ ficou marcado como o último filme de Stanley Kubrick, e certamente é um dos filmes mais famosos que envolve o mundo do swing. &#8220;A primeira vez que assistimos esse filme nós éramos monogâmicos. Anos depois, quando já éramos não monogâmicos, assistimos novamente e foi como ver o retrato perfeito de um casal PB (preto e branco, que não é do meio liberal) perdido em uma de nossas festas. Foi muito divertido!&#8221;, disse Marina.</li>



<li>Se Organizar Direitinho&#8221; (Netflix)<br>Lançado em 2021, o filme é uma produção espanhola que narra cinco histórias que acontecem numa noite repleta de possibilidades. Marina e Marcio destacaram o realismo do filme, e o cuidado que tiveram ao retratar a troca de casais. “É um dos retratos mais fiéis de como é uma noite em uma casa de swing. São histórias de vida que se cruzam no ambiente do swing e que vivenciamos toda vez que vamos em um clube, casa ou festa&#8221;.</li>



<li>Swingers de Fim de Semana (Prime Video)<br>‘Swingers de fim de semana&#8221; é um longa-metragem que segue a história de um grupo de amigos que decide explorar o mundo da troca de casais. A trama aborda as consequências e desafios desse estilo de vida, misturando comédia e drama. &#8220;Este filme é quase que um manual do que não fazer em um swing! Mesmo assim é muito válido porque traz reflexões e faz o casal pensar por quais das situações apresentadas no filme eles topariam passar&#8221;, destaca Marcio.</li>



<li>Dois Mais Dois (Versão brasileira)<br>Representando o cinema nacional, ‘Dois Mais Dois’ conta a história Diogo e Emília, casal que passa por uma crise na relação. Incentivados por um casal de amigos que possuem relacionamento aberto, eles decidem se aventurar no swing. “Trata-se de uma versão do original argentino (2 + 2), que já tínhamos assistido há alguns anos e achado ruim. Mas demos uma chance ao nosso querido Brasil e fomos, torcendo para que a visão do swing fosse retratada de uma forma mais realista. Infelizmente a única mudança no roteiro acontece apenas nas últimas falas”, destaca Marcio.</li>



<li>Homens? (Prime Video) </li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">Para finalizar, selecionamos outra produção brasileira &#8211; desta vez no formato de série. O seriado “Homens?” estreou em 2019, e já vai ganhar sua terceira temporada. “Além de trazer reflexões importantíssimas sobre machismo, esta série brasileira retrata com muita precisão o que é uma festa liberal fechada. A segunda temporada termina em uma sala coletiva da Asha Club do Rio e estamos ansiosos há muito tempo pela terceira temporada! É evidente que quem escreveu certamente vive o swing!”,&nbsp;conclui&nbsp;Marina.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se esse tema desperta curiosidade, medo ou conflito, talvez seja o momento de olhar para ele com apoio profissional. <strong>Agende uma sessão comigo</strong> e vamos conversar sobre como construir vínculos conscientes, sem perder o prazer e o respeito.</p>



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<div class="wp-block-column is-vertically-aligned-center wow zoomIn is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="padding-top:0;padding-bottom:0">
<h2 class="wp-block-heading has-poppins-font-family has-big-font-size"><strong>Marina Rotty</strong></h2>



<p class="has-poppins-font-family has-regular-font-size wp-block-paragraph">Consulta presencial</p>



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		<title>Aprenda Sobre Não Monogamia Consensual</title>
		<link>https://marinarotty.com/aprenda-sobre-nao-monogamia-consensual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 14:50:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[curso]]></category>
		<category><![CDATA[não monogamia consensual]]></category>
		<category><![CDATA[NCM]]></category>
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					<description><![CDATA[O termo não monogamia consensual (NMC) vem sendo usado para se referir a relacionamentos e/ou indivíduos adeptos dos variados estilos de relacionamento aberto que focam na não exclusividade sexual; inclui swing, menage, cuckold e outras práticas sexuais não convencionais mas que são feitas de forma consensual entre as parcerias. Como muitas dessas palavras já vem carregada de tabus, preconceitos e rejeição, a NMC surge como uma forma de retirar tais práticas e seus adeptos da marginalidade social. Dessa forma, oferece visibilidade e humanização, promovendo luz e maior disponibilidade de conhecimento a mais este aspecto da sexualidade. Consentimento Sempre Um dos aspectos centrais da não monogamia consensual é a variedade de parceiros sexuais com o consentimento da parceria fixa (marido, esposa, cônjuge). A questão do desejo &#8220;fora do casamento&#8221; é antiga e repleta de crenças e comportamentos que (muitos) duram até hoje. Porém, com a abertura social para questionar padrões, hoje já é possível compreender que o ser humano possui diferentes formas de expressar e viver a própria sexualidade. A busca pelo prazer, seja na multiplicidade ou com um único parceiro, já não precisa mais ser um segredo guardado a sete chaves. Muitas pessoas tem compartilhado esses desejos com sua parceria de vida, e através do consentimento de ambos, elas tem experimentado um estilo de vida extremamente satisfatório, pois une a segurança de um relacionamento com a vivacidade da liberdade, sem mentiras ou enganações. Falta de Conhecimento A informação inadequada, exagerada e extremamente focada no prazer sexual da não monogamia consensual (NMC) faz com que a sociedade reforce a marginalização de seus adeptos, aumentando o tabu, o preconceito e a discriminação. Até mesmo profissionais da área da saúde tem dificuldade no acolhimento a essa população, seja psicólogo, médico ou terapeutas da área da sexualidade. É cada vez mais necessário desmistificar a não monogamia consensual e, pensando nisso, criei o curso de atualização em não monogamia consensual (práticas liberais) para profissionais e estudantes. Mais de 70% dos meus pacientes vem de outros profissionais que não entendem o meio liberal. É imprescindível conhecer para compreender e, então, acolher de forma adequada ao contexto e identificação cultural de cada indivíduo. Que esse seja o começo de uma sociedade melhor para todos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O termo <strong>não monogamia consensual (NMC)</strong> vem sendo usado para se referir a relacionamentos e/ou indivíduos adeptos dos variados estilos de relacionamento aberto que focam na não exclusividade sexual; inclui swing, menage, cuckold e outras práticas sexuais não convencionais mas que são feitas de forma consensual entre as parcerias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como muitas dessas palavras já vem carregada de tabus, preconceitos e rejeição, a NMC surge como uma forma de retirar tais práticas e seus adeptos da marginalidade social. Dessa forma, oferece visibilidade e humanização, promovendo luz e maior disponibilidade de conhecimento a mais este aspecto da sexualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Consentimento Sempre</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos aspectos centrais da <strong>não monogamia consensual</strong> é a variedade de parceiros sexuais com o consentimento da parceria fixa (marido, esposa, cônjuge). A questão do desejo &#8220;fora do casamento&#8221; é antiga e repleta de crenças e comportamentos que (muitos) duram até hoje. Porém, com a abertura social para questionar padrões, hoje já é possível compreender que o ser humano possui diferentes formas de expressar e viver a própria sexualidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A busca pelo prazer, seja na multiplicidade ou com um único parceiro, já não precisa mais ser um segredo guardado a sete chaves. Muitas pessoas tem compartilhado esses desejos com sua parceria de vida, e através do consentimento de ambos, elas tem experimentado um estilo de vida extremamente satisfatório, pois une a segurança de um relacionamento com a vivacidade da liberdade, sem mentiras ou enganações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Falta de Conhecimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A informação inadequada, exagerada e extremamente focada no prazer sexual da <strong>não monogamia consensual (NMC)</strong> faz com que a sociedade reforce a marginalização de seus adeptos, aumentando o tabu, o preconceito e a discriminação. Até mesmo profissionais da área da saúde tem dificuldade no acolhimento a essa população, seja psicólogo, médico ou terapeutas da área da sexualidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É cada vez mais necessário desmistificar a não monogamia consensual e, pensando nisso, criei o <strong><a href="https://marinarotty.com/curso-para-profissionais-e-estudantes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">curso de atualização em não monogamia consensual</a> (práticas liberais) para profissionais e estudantes</strong>. Mais de 70% dos meus pacientes vem de outros profissionais que não entendem o meio liberal. É imprescindível conhecer para compreender e, então, acolher de forma adequada ao contexto e identificação cultural de cada indivíduo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Que esse seja o começo de uma sociedade melhor para todos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
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		<title>8 Coisas Para Comemorar no Dia Da Mulher</title>
		<link>https://marinarotty.com/8-coisas-para-comemorar-no-dia-da-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marina Rotty]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 19:21:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>
		<category><![CDATA[conquistas]]></category>
		<category><![CDATA[dia da mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Você pode até não gostar do movimento feminista, mas não dá pra ignorar que as conquistas dele proporcionam uma vida muito melhor para as mulheres do que era antes. Imagina ter que pedir autorização para o pai, marido ou irmão para fazer qualquer coisa na sua vida? Infelizmente, mulheres ainda são vistas por muitos homens como propriedade, que eles mandam e desmandam como bem entendem. Para os haters de mulheres, o movimento feminista é bobagem e não deve, nunca, ser levado a sério. Mais triste é ver que muitas mulheres encaram o tradicionalismo machista como única opção de vida aceitável. Bem&#8230; mesmo para estas, as conquistas do feminismo ao longo dos tempos são muito bem vindas. Ou você acredita mesmo que nenhuma delas use e abuse desses direitos abaixo? 1 &#8211; Ter seu próprio cartão de crédito Até 1974 uma mulher solteira não podia ter cartão de crédito, e as casadas precisavam da permissão por escrito do marido. 2 &#8211; Jogar futebol Nenhuma mulher podia jogar futebol, era proibido por lei (de 1941 a 1979). Somente em 1983 é que houve a regulamentação do futebol feminino no Brasil. 3 &#8211; Casar sem ser virgem Não ser virgem era motivo para divórcio até o ano de 2002, quando o Código Civil Brasileiro extinguiu o artigo que permitia tal ação. 4 &#8211; Usar biquíni Nem mesmo nosso querido biquininho escapou ileso! No governo Jânio Quadros a peça de banho era proibida no Brasil. 5 &#8211; Trabalhar Até 1962 as mulheres não tinham direito de trabalhar fora de casa sem que o marido, seu possessor, autorizasse. Tampouco eram remuneradas por seu trabalho em casa (até hoje ser dona de casa não é considerado &#8216;trabalho&#8217; na sociedade brasileira). 6 &#8211; Direito ao divórcio Antes de 1977 os casais não podiam se divorciar. E mesmo após a lei do divórcio, inúmeras mulheres seguiram infelizes e inseguras em seus casamentos com medo de sofrer discriminação e preconceito da sociedade. 7 &#8211; Fazer faculdade O ingresso de mulheres nas faculdades foi permitido somente em 1879. Nossa, mas faz tanto tempo&#8230; Pois é. Se considerarmos que a primeira faculdade foi aberta em 1088, demorou meros 791 anos para que as mulheres adquirissem o mesmo direito que os homens. 8 &#8211; Crimes contra mulheres A Lei Maria da Penha, a Lei de Importunação Sexual e a Delegacia da Mulher possibilitaram uma maior visibilidade para os crimes cometidos contra as mulheres. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, a cada 10 minutos uma mulher é estuprada no Brasil. E a cada 7 horas uma mulher é vítima de feminicídio. &#8220;A misoginia é, de longe, o mais antigo e estrutural de todos os preconceitos. Contra essa mentalidade tão nociva para a sociedade, o pensamento feminista é uma revolução, em todas as suas muitas vertentes.&#8221;  Leandro Karnal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Você pode até não gostar do movimento feminista, mas não dá pra ignorar que as conquistas dele proporcionam uma vida muito melhor para as mulheres do que era antes. Imagina ter que pedir autorização para o pai, marido ou irmão para fazer qualquer coisa na sua vida? </p>



<p class="wp-block-paragraph">Infelizmente, mulheres ainda são vistas por muitos homens como propriedade, que eles mandam e desmandam como bem entendem. Para os haters de mulheres, o movimento feminista é bobagem e não deve, nunca, ser levado a sério. Mais triste é ver que muitas mulheres encaram o tradicionalismo machista como única opção de vida aceitável. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Bem&#8230; mesmo para estas, as conquistas do feminismo ao longo dos tempos são muito bem vindas. Ou você acredita mesmo que nenhuma delas use e abuse desses direitos abaixo?</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<h3 class="wp-block-heading">1 &#8211; Ter seu próprio cartão de crédito</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Até 1974 uma mulher solteira não podia ter cartão de crédito, e as casadas precisavam da permissão por escrito do marido.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2 &#8211; Jogar futebol</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhuma mulher podia jogar futebol, era proibido por lei (de 1941 a 1979). Somente em 1983 é que houve a regulamentação do futebol feminino no Brasil.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3 &#8211; Casar sem ser virgem</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não ser virgem era motivo para divórcio até o ano de 2002, quando o Código Civil Brasileiro extinguiu o artigo que permitia tal ação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4 &#8211; Usar biquíni</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nem mesmo nosso querido biquininho escapou ileso! No governo Jânio Quadros a peça de banho era proibida no Brasil.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5 &#8211; Trabalhar</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Até 1962 as mulheres não tinham direito de trabalhar fora de casa sem que o marido, seu possessor, autorizasse. Tampouco eram remuneradas por seu trabalho em casa (até hoje ser dona de casa não é considerado &#8216;trabalho&#8217; na sociedade brasileira). </p>



<h3 class="wp-block-heading">6 &#8211; Direito ao divórcio</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de 1977 os casais não podiam se divorciar. E mesmo após a lei do divórcio, inúmeras mulheres seguiram infelizes e inseguras em seus casamentos com medo de sofrer discriminação e preconceito da sociedade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7 &#8211; Fazer faculdade</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O ingresso de mulheres nas faculdades foi permitido somente em 1879. Nossa, mas faz tanto tempo&#8230; Pois é. Se considerarmos que a primeira faculdade foi aberta em 1088, demorou meros 791 anos para que as mulheres adquirissem o mesmo direito que os homens.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8 &#8211; Crimes contra mulheres</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei Maria da Penha, a Lei de Importunação Sexual e a Delegacia da Mulher possibilitaram uma maior visibilidade para os crimes cometidos contra as mulheres. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, a cada 10 minutos uma mulher é estuprada no Brasil. E a cada 7 horas uma mulher é vítima de feminicídio. </p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>&#8220;A misoginia é, de longe, o mais antigo e estrutural de todos os preconceitos. Contra essa mentalidade tão nociva para a sociedade, o pensamento feminista é uma revolução, em todas as suas muitas vertentes.&#8221; </p><cite>Leandro Karnal</cite></blockquote></figure>
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