
Antes de Abrir a Relação Leia Isso
Quando um casal monogâmico decide se aventurar sexualmente com outras pessoas, ele abre a relação porque não existe mais exclusividade entre eles. Que tipo de abertura eles vão viver é o próximo passo a definir. Aí entram duas opções: práticas sexuais e formas de relacionamento.
Práticas Sexuais
Ninguém fala pra gente que existem diversas práticas sexuais – vamos combinar que poucas pessoas ensinam como se faz sexo a dois que dirá alguma coisa que fuja disso! Por isso, é normal ter confusão em torno de tudo. Mas vamos aprender, né povo? Porque ninguém nasce sabendo e conhecimento é vida! Aqui segue uma lista de práticas sexuais que envolvem outras pessoas:
- Swing – troca de casais.
- Menage – sexo a três.
- Cuckold – prazer em ser corno.
- Gang Bang – Mais de 3 homens para uma mulher
- Dogging – sexo público. Ou semi público.
- Sair sozinho – ter encontros sexuais e/ou amorosos sem a presença do parceiro mas com o consentimento dele.
- Suruba – várias pessoas transando umas com as outras.
Relacionamentos
Para chegar ao ponto de dizer que vive um relacionamento fora do padrão monogâmico não basta, apenas, fazer uma das práticas acima. As práticas tem a ver com “ação”, enquanto os relacionamentos tem a ver com “emoção”. É o que você faz versus o que você sente, entende? Trata-se de outra escolha, bem mais complexa do que a da prática sexual, que o casal (ou indivíduo) deve fazer.
Fechado
Não rola sexo com outra pessoa nem envolvimento emocional. São duas pessoas e pronto. Isso não quer dizer que não possam ser simpatizantes de qualquer prática sexual ou outra forma de relacionamento, como normalmente nos vem à mente a figura de um casal marrento. Esse é o típico relacionamento monogâmico.
Swinger
Eu penso que a relação swinger é uma espécie de transição da relação fechada para a aberta ou poliamorosa. O swinger tem a troca de casais como a principal prática dentro da relação. Um casal que escolhe uma prática como base pode ser bem cético em relação a outros tipos de relacionamento. Para ele nenhuma prática funciona legal sem a presença do parceiro, por isso dizem que o swinger vive a mais tradicional das novas formas de amor. Podem praticar de tudo, eventualmente, mas a troca é vista como base da relação.
Liberal
Um relacionamento liberal, na verdade, não tem uma definição fixa, já que cada casal estabelece como é que vai ser. E aí, amores, as configurações são ilimitadas! A gente encontra casal liberal que não transa com terceiros (exibicionista, vouyer, simpatizante…) e também encontra casal liberal que é poliamorista (não só transa com terceiros como cria vínculos com eles). Por isso que a gente vê casal liberal se intitulando “liberal e monogâmico”, “swinger e aberto”, e até (pasmem!) “não-monogâmico mas monogâmico”! Porque a única condição pré-estabelecida é seguir o que for definido entre o casal.

Aberto
Um relacionamento aberto, como o próprio nome já diz, é relação – bem mais complexo do que uma ação – e pode envolver qualquer prática. O relacionamento aberto se contrapõe ao fechado e ao mesmo tempo abriga o swing (o liberal, poliamor, etc). É a não exclusividade versus a exclusividade; a não-monogamia versus a monogamia; é algo maior do que “sair sozinho”. Pra entender de vez: é a cesta que abriga todas as frutas, a gaveta das meias, o álbum de fotos.
Poliamor
Com seus diversos braços, essa forma de relacionamento cria laços emocionais entre mais de duas pessoas. Podem ser entre três, quatro, cinco… pode ser que todos queiram saber dos outros vínculos ou que algum deles prefira não saber, enfim: aqui existem outra série de configurações possíveis.
Logo mais farei um post mais detalhado sobre cada um desses estilos de relacionamento.

Dispareunia

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