
Porque nos comparamos tanto
A comparação é a arte de estragar a vida.
Em um mundo onde a comparação é um costume, não é fácil acreditar que somos amados pelo que somos. Nos comparamos porque precisamos saber nosso lugar no mundo ou no grupo em que vivemos. É uma extensão da própria identidade: somos quem pensamos que somos e somos também o que os outros pensam que somos.
Teoria de Festinger
A teoria da comparação social desenvolvida por Festinger aponta como princípio central o fato dos sujeitos utilizarem da comparação de si próprios com outros indivíduos sempre que são confrontados com questões: como os outros são, o que podem ou não fazer, o que podem ou não conquistar. São questionamentos inerentes ao ser humano que recorre a informações externas a fim de obter conhecimento sobre si e o mundo.
Estudos indicam que a frequência da comparação social está diretamente relacionada ao desenvolvimento de insatisfação corporal tanto em homens quanto em mulheres. Quando estamos insatisfeitos nos comparamos com pessoas que julgamos superiores a nós, e isso traz mais insatisfação, prejudicando nossa percepção interna de quem somos e onde estamos posicionados no mundo.
Por isso é importante usar a comparação a nosso favor, trocando a linha comparativa vertical (superior x inferior) pela horizontal (somos diferentes). A comparação pode ser um processo natural, mas deve ser um processo consciente.

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